
Na hora de escolher uma leitura sensível sobre relações humanas, amadurecimento, perdas, escolhas e inquietações da vida cotidiana, os livros da escritora Lya Luft oferecem uma experiência marcada por linguagem introspectiva, reflexões existenciais e personagens que lidam com conflitos emocionais profundos. A autora brasileira construiu uma trajetória importante na literatura nacional, com romances, crônicas, ensaios e livros de memórias que dialogam com temas como família, identidade, passagem do tempo, solidão, afeto e liberdade individual. Entre os principais benefícios de ler suas obras estão o contato com uma escrita elegante, a possibilidade de refletir sobre experiências pessoais e o acesso a narrativas que combinam sensibilidade literária com observação crítica da vida. Ao comprar livros da escritora Lya Luft, observe o gênero da obra, o tema central, o ano de publicação, a edição disponível, o formato físico ou digital, a qualidade da tradução quando houver textos traduzidos por ela, a reputação da editora, o estado do livro em exemplares usados e as avaliações de outros leitores. Conheça a seleção dos nossos editores para os melhores livros da escritora Lya Luft para você comprar online.
O lado fatal (96 páginas) - Fenômeno editorial com belas crônicas filosóficas sobre a vida e seus mistérios, é um livro de poesias sobre a morte que Lya Luft disseca a mais solitária emoção humana. O lado fatal é uma catarse poética, onde Lya derrama seu luto em metáforas que nos enchem os olhos de lágrimas e o coração de empatia. Lançado originalmente em 1988, o livro ficou fora das livrarias por muitos anos e só era encontrado em sebos por admiradores da poesia da autora. A riqueza do mundo (272 páginas) - Em A Riqueza do Mundo a autora apresenta uma coletânea de ensaios breves como crônicas ou artigos, na maioria inéditos ou reescritos, em que se dirige ao leitor de maneira mais direta e coloquial do que em seus romances ou contos. Um livro a um tempo áspero e poético, sempre questionador do jeito da autora. Como lhe é de costume, ela aborda o drama existencial humano, nossas comuns perplexidades, educação, família, autoridade, moralidade versus moralismo e alguns dos problemas mais pungentes da nossa sociedade, como guerras, miséria, política e outros. O tigre na sombra (128 páginas) - Em O Tigre na Sombra, Lya é fiel ao seu universo de mistério, magia e dramas humanos muito reais que, de uma forma ou de outra, atingem a todos nós. Os difíceis relacionamentos amorosos e familiares são o chão sobre o qual suas personagens caminham. O elemento enigmático permanece em muitas figuras, como a singular Vovinha, que ninguém sabe de onde veio e teria sido antes uma sereia, trazida a terra pelo amor do avô marinheiro, o bebê ciclope, o pai de família atormentado que dorme com revólver debaixo do travesseiro. A filha preferida, Dália, que mergulha em desespero; o tigre que, na sombra de um pequeno bosque inexistente, espreita tudo, ou os afogados da casa da praia chamada Casa do Mar, que à noite vêm para a beira das águas e falam com a personagem principal, Dôda.
Lya Luft é generosa: em tempos de literatura ensimesmada, a escritora – criadora radical – mais uma vez convida o leitor a ter lugar em sua intimidade. Trata-se de uma artista que encara a vida – que enfrenta a dor maior da vida – com a costura das palavras. Por meio da prosa poética única que caracteriza sua obra, para a qual só há uma classificação, “o gênero Lya Luft”, a autora reflete acerca daquilo que define como As coisas humanas, contemplando o lado belo e o feio da existência, as coisas leves e pesadas, aquilo com que se lida de modo simples e o que é difícil suportar. Lya convoca o leitor e vai desvelando significados: infância e velhice, alegria e terrores, família, solidão e amor, trabalhos e luta, beleza, mistério e morte – tudo o que nos torna seres humanos.
Pensar é transgredir vai da preocupação com o social à inquietação pelo mistério da vida. Mas nele Lya Luft também deixa entrever um pouco do cotidiano em sua casa, revela coisas de sua infância e mostra seu lado bem-humorado, seguidamente comentado por quem a conhece pessoalmente. Fala do desafio que é podermos escrever uma parte da nossa história pessoal, e da dificuldade de sermos responsáveis por nossas escolhas; mas também escreve sobre ternura, alegria e perplexidade.
Lançado originalmente em 1996, O rio do meio, de Lya Luft, foi um dos pioneiros em um gênero indefinido e inusitado na literatura brasileira: nem ficção, nem relato jornalístico. Original, o livro foi vencedor do prêmio de melhor obra do ano da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). Lya entremeia, com maestria e sensibilidade, lembranças, ora em primeira pessoa ― sem que isso signifique estar fazendo autobiografia ―, ora em terceira ― sem que isso represente estar sendo objetiva. “Minha literatura não emerge de águas tranqüilas: fala de minhas perplexidades enquanto ser humano, escorre de fendas onde se move algo, que, inalcançável, me desafia. Escrevo quase sempre sobre o que não sei”, revela a autora. Com sua prosa delicada, num tom quase íntimo, sussurrando verdades no ouvido do leitor, Lya versa sobre as descobertas de uma criança intrigada com a vida e seus mistérios, sobre o amadurecimento do ser humano, com seus conflitos e alegrias, sua coragem e fracassos. Segundo Lya “há temas que se repetem, perguntas que se perpetuam; inquietações coincidem entre o escritor e seus leitores, entre quem dá algum depoimento e quem assiste” e partindo disso, ela convida o leitor para um jogo, aliando histórias vividas e imaginadas, brincando, encantando e, principalmente, fazendo pensar. Aos poucos, o leitor torna-se cúmplice, ombro amigo, ouvidos atentos, coração ora apertado, ora entregue, indagando ao lado de Lya sobre a angústia de não saber o que vem depois da vida, sobre a solidão, sobre cada um de nós. O rio do meio é um livro fascinante, em que todos irão encontrar um pouco sobre si mesmos e no qual é possível buscar estímulo e um pouco mais de autoconhecimento.
Com uma trajetória literária de mais de trinta anos e dezenas de livros publicados no Brasil e traduzidos em diversos países, a romancista, poeta, cronista, tradutora e ensaísta Lya Luft firmou-se como um dos maiores fenômenos editoriais do Brasil. Com mais de 1,2 milhão de exemplares vendidos no país, Lya conquistou milhares de leitores com sua belíssima prosa poética. A riqueza do mundo marca seu retorno ao gênero que a consagrou definitivamente em 2003, com o surpreendente livro de ensaios Perdas & ganhos, um enorme sucesso, aclamado pela crítica especializada e pelo público.Esta obra apresenta uma coletânea de ensaios breves, como crônicas ou artigos, em que a autora se dirige ao leitor de maneira mais direta e coloquial do que em seus romances ou contos. Este é um livro, a um só tempo, áspero e poético, mas sempre questionador - ao estilo da autora.Em seus textos, Lya Luft aborda o drama existencial humano, nossas perplexidades comuns, educação, família, autoridade, moralidade versus moralismo, e alguns dos problemas mais pungentes da nossa sociedade, como guerras, miséria, política e outros. Fala também de como vemos, usamos ou criamos a riqueza do mundo, seja natural, intelectual ou artística, afetiva, econômica. Do que conquistamos ou nos é concedido: os delírios da arte, as aventuras da ciência, os campos lavrados, os mares e céus que sondamos. Mas ela também escreve sobre aquilo que desperdiçamos ou matamos, sobre a pobreza advinda do desinteresse, a dor nascida da traição, as crenças que se digladiam.A riqueza do mundo é uma espécie de “livro das indagações”. Com críticas, dúvidas, momentos de fria lucidez e outros de grande delicadeza, este livro nos coloca diante de alguns de nossos fantasmas, para que, ao encará-los, se tornem menos assustadores.
A NOVA EDIÇÃO DO PRIMEIRO ROMANCE DE LYA LUFT Estreia consagradora de Lya Luft na ficção, As parceiras é uma visão feminina sobre uma família marcada pela loucura, pela morte e pela desagregação. Anelise, a protagonista, convive, no casarão da família, com a avó Catarina, que foi obrigada a se casar aos 14 anos; a tia Beata, “viúva virgem” cuja vida é marcada pela tragédia; e a tia anã, uma figura grotesca, além de outras mulheres. Com a maestria que lhe é peculiar, Lya Luft constrói um cenário perfeito para o drama de toda família. • Lya Luft é considerada uma das maiores escritoras do país. Seu best-seller Perdas & Ganhos vendeu mais de 500 mil cópias • Em 2012, a editora Record publicou seu romance O tigre na sombra, vencedor do prêmio de ficção da Academia Brasileira de Letras.
Neste livro cheio de feitiços e fantasia Lya Luft mostra que a magia está no ar: qualquer jardim pode ser habitado por fadas e duendes, de repente bichos podem falar, uma avó pode voar montada numa vassoura e uma neta pode ser ajudante de feiticeira! Quem diria que a avó de Tatinha era uma bruxa boa chamada Lilibeth?! E como toda bruxa boa, ela só fazia feitiço para proteger as pessoas e assustar as bruxas más. Mas o que ninguém na escola esperava é que Tatinha logo se tornaria uma bruxinha-ajudante da avó. Nestas páginas encontram-se histórias em que dois mais dois podem não ser quatro, o claro pode ser escuro e o sol pode virar lua!
Maior fenômeno editorial no mercado brasileiro nos últimos anos, Lya Luft volta à poesia neste livro repleto de sensibilidade e sabedoria. Em Para Não Dizer Adeus, Lya Luft desnuda — desta vez em versos — os mais profundos sentimentos humanos: a solidão, a morte, o amor, o vício, o assombramento e o desencontro. Entre poemas antigos e inéditos (em sua maioria), Lya Luft mostra algumas de suas várias faces e retoma, com extrema delicadeza, alguns dos principais temas de sua prosa.
Publicado originalmente em 1984, O quarto fechado, de Lya Luft, tem como personagem principal a morte. Neste romance, Lya constrói uma trama de cenário sombrio. Um casal separado volta a se reunir dos dois lados do caixão de seu filho morto, revendo cada um a sua vida e o que os conduziu àquela trágica situação. Em meio a forças demoníacas e cenas com delicadeza comovente, o leitor assiste em flash-back o sofrimento de um adolescente suicida e sua irmã gêmea, um ser repulsivo trancado num quarto, uma velha e outros personagens que retratam as inquietudes do ser humano. Loucura, segredos, culpa, desencontros, amores frustrados, omissão e ternura sucumbem a forças negativas e fazem com que o leitor se coloque na história sentindo-se retratado, tocado, compreendido. A escritora retoma temas centrais da sua literatura: as relações humanas e a morte ― tratada em O QUARTO FECHADO de uma maneira densa, poética e misteriosa. Com a delicadeza e a habilidade de sempre, Lya Luft vai tecendo uma bela história que expõe sem preconceitos a irremediável condição da existência humana.
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