
Para quem gosta de jornalismo, biografias, história recente do Brasil e ensaios sobre política e sociedade, os livros de Guilherme Fiuza oferecem abordagens bastante variadas, passando por perfis biográficos, bastidores de acontecimentos nacionais, reportagens e textos de opinião. Jornalista e escritor brasileiro, Fiuza também trabalhou com dramaturgia e televisão e teve obras adaptadas para o cinema, construindo uma bibliografia na qual convivem narrativas sobre personagens reais, episódios da economia brasileira e análises políticas marcadas pelo ponto de vista do próprio autor. Entre os principais diferenciais de sua escrita estão a linguagem jornalística, o ritmo narrativo e a utilização de personagens e acontecimentos concretos para conduzir temas mais amplos, enquanto seus livros políticos e ensaísticos devem ser lidos levando em consideração seu caráter opinativo e podem ser comparados com autores de perspectivas diferentes para uma compreensão mais abrangente dos acontecimentos discutidos. Na hora da compra, vale observar o assunto predominante, o período histórico retratado, a editora, o ano e a edição, a existência de versões atualizadas ou materiais complementares e se a preferência é por biografia, reportagem histórica ou comentário político. Conheça a seleção dos nossos editores para os melhores livros de Guilherme Fiuza para você comprar online.
Como o mundo foi cair nesse desvio? Como populações inteiras se renderam à tirania de um clube de bilionários? Como pessoas livres aceitaram ser classificadas por status (falso) de saúde? Como tanta gente esclarecida pôde confundir propaganda com ciência e censura com ética? Neste livro, Guilherme Fiuza mostra que o mundo está mergulhando num totalitarismo disfarçado de proteção à vida humana. Com a habitual mistura de coragem, estilo e sarcasmo, Fiuza explica como a chamada Agenda 2030 pode acabar com as liberdades individuais.
No final do século XX, no vácuo da derrubada de um presidente, um grupo de amigos assumiu o poder no Brasil e fez quase tudo o que quis. 3.000 dias no bunker narra esta aventura como uma microcâmera, revelando os bastidores das mudanças mais ruidosas e das mais silenciosas, que mexeram com a vida do país. Do plano econômico que nasce de uma operação secreta para driblar o FMI, à articulação internacional que cria uma blindagem política em torno da equipe de Fernando Henrique Cardoso. "Coração financeiro de Nova York batendo forte, lançamento do bônus brasileiro BR-27. Campainha, gritaria e o im-pensável: a demanda bate em 45 bilhões de dólares, ou 15 vezes o que fora oferecido. É o negócio da década. A equipe brasileira assiste a tudo de um camarote trans-parente, suspenso sobre a planície onde estoura a boiada em direção aos papéis desenhados por eles. Logo abaixo de seus pés, a visão sublime tinha algo de dantesco. Era como estar no paraíso flutuando três metros acima do inferno. E eles de fato estavam. Pela Lei de Gorbachev, o destino concedia uma única garantia aos que reformam o poder: ter inimigos infernais para o resto da vida. E poucos teriam tanto poder no Brasil como aquele grupo, que foi parar no topo do Planalto em maio de 1993. Num cenário de governo-tampão, herança de um presidente deposto e vizinho de um Congresso em crise, a janela que dava para a cabine de comando da República ficara aberta. Eles chegaram, olharam e entraram. E mexeram em tudo."
Você achava que os hipócritas modernos não tinham mais o que inventar? Mas eles se superaram e vieram com um brinquedo novo: os “checadores de fatos” ― seres iluminados que decidem o que é verdade e o que é mentira nas redes sociais. Em quais leis esses novos juízes se baseiam para julgar todo mundo? Resposta: nas leis da militância e do patrulhamento politicamente correto. Os hipócritas inventaram o juiz partidário ― e assim chegaram à perfeição. Guilherme Fiuza mostra o que é fake news ― e aqui vai o spoiler: hoje fake news é tudo aquilo que os Senhores da Verdade não querem que você fale. Esperamos que, atravessando essas páginas, você entenda quem é quem nesse estranho baile de máscaras. DIVIRTA-SE ENQUANTO É TEMPO!
A vida real de João Guilherme Estrella, nascido em bom berço do Leblon e convertido em personagem graúdo da vida bandida carioca, é a história de MEU NOME NÃO É JOHNNY, de Guilherme Fiuza. Filho adorado pelos pais e jovem querido pelos amigos, João entrou pelos anos 80 buscando liberdade a qualquer preço, e desembarcou nos 90 como barão da cocaína pura na Zona Sul do Rio.
O impeachment de Dilma Rousseff, o pós-impeachment e o circo de farsantes que sequestrou o Brasil. No Manual do covarde, o jornalista Guilherme Fiuza faz uma crítica afiada e documentada, porém revestida de humor, ao período que se seguiu à presença de representantes do PT na Presidência do país, marcado pela corrupção. Tomando o impeachment de Dilma Rousseff como ponto de partida, o livro passa pela operação Lava-Jato e chega até a prisão de Lula, em abril de 2018. Nesta crônica do falso despertar político no Brasil e no mundo - espécie de feira politicamente correta -, Fiuza revela o modus operandi daqueles que considera os covardes: personagens que simulam altruísmo para obtenção de ganhos pessoais, e que estão em todas as esferas da sociedade, não somente na política. Com seu humor ácido e utilizando-se de expressões como ""roubar dos pobres para dar aos defensores dos pobres"", o autor demonstra que é muito eficiente tratar como heróis aqueles que considera falsos heróis: assim, a falsidade e o ridículo de cada um deles ficam mais evidentes. Quanto maior a zombaria dos impostores, maior o sarcasmo do autor ao arrancar seus disfarces solenes. Destaque para o thriller da conspiração entre um procurador-geral e um caubói, com a bênção da corte suprema e de parte da imprensa, que Fiuza apontou sabendo o preço a pagar. De Lula a Bono Vox, de Maduro ao papa, do STF à MPB, do PT a Hollywood, em Manual do Covarde Guilherme Fiuza biografou para você as melhores farsas do século 21. Aprenda com quem faz.
Primeira ficção inédita do autor best-seller de Meu nome não é Johnny. O primeiro governo popular assume prometendo libertar o país da opressão dos ricos. Filha de um dos homens mais ricos do país, a jovem Luana Maxwell rompe com a família aristocrática no dia da eleição. Sufocada, aos 25 anos, ela sai de casa só com a roupa do corpo, afrontando duplamente o pai magnata: abre mão da herança da sua rede de hotéis e vai procurar a 'vida real' ao lado dos adversários políticos dele. Sua ponte para o universo progressista é o advogado Beto Leal, seu professor de mestrado, por quem ela está fascinada. Beto acaba de criar uma ONG e Luana começa a trabalhar com ele no momento em que a organização conquista um contrato com o governo graças ao publicitário Marivaldo Valadares, operador invisível do partido do novo presidente. Vendo o dinheiro cada vez mais abundante nas mãos dos defensores dos pobres, Luana Maxwell vai descobrindo seu novo mundo como uma Alice no país das maravilhas progressistas: o amor, a verdade e a solidariedade num balé alucinante com as verbas, os votos e o poder. Neste romance sobre a vida política no século 21, o jornalista Guilherme Fiuza levanta o véu das ideologias para exibir os personagens trágicos e cômicos que circulam no mercado da bondade.
DO AUTOR DO BEST-SELLER MEU NOME NÃO É JOHNNY A história do atual governo contada em crônicas publicadas no jornal O Globo e na revista Época, entre 2010 e 2014, nas quais Guilherme Fiuza repercute e opina sobre a gestão de Dilma Rousseff como presidente da República. Com rara capacidade de observação, humor singular e escrita leve e atraente, o autor reúne textos de cujo conjunto se extrai retrato definitivo – cômico e perplexo – do Brasil em que vivemos. • Guilherme Fiuza é colunista do jornal O Globo e da revista Época e autor dos best-sellers Meu nome não é Johnny (vencedor do Grande Prêmio de Cinema - melhor roteiro adaptado), Bussunda - A vida do casseta e Giane - Vida, arte e luta. Escreveu também os livros Amazônia, 20º andar e 3.000 dias no bunker, que conta a história do Plano Real. É coautor da minissérie da TV Globo O brado retumbante, indicada ao Emmy Internacional 2013.
Depois do sucesso Não é a mamãe, Guilherme Fiuza retorna com o definitivo e derradeiro boletim de ocorrência da Era Dilma Um país em contagem regressiva. Foi o que virou o Brasil depois da reeleição de Dilma Rousseff, segundo o olhar de Guilherme Fiuza. Neste Que horas ela vai?, o autor apresenta um roteiro ofegante de um dos períodos mais dramáticos da história recente: o país em queda livre nas mãos de uma presidente paralisada. Neste diário da agonia da presidente, o autor mostra sua faceta de frasista sarcástico, contemplando cada fato escabroso com um comentário curto, fulminante – e, não raro, hilariante. O livro é organizado em verbetes (dispostos em ordem alfabética) para facilitar a localização dos escândalos, farsas e meliantes.
Este blog publica conteúdos de caráter informativo e opinativo, baseados em critérios editoriais próprios, podendo, em alguns casos, receber comissões por meio de links de afiliados, sem impactar o preço final; a monetização não influencia as avaliações. Fazemos o nosso melhor para oferecer informações úteis e atualizadas, a fim de ajudar o leitor a fazer a melhor escolha; no entanto, a decisão de compra é de responsabilidade exclusiva do leitor.