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22/05/2022 15:23:22

Top 4 Melhores Livros de Naomi Klein

Conheça a seleção de nossos editores para os melhores Livros da autora canadense Naomi Klein para comprar.

Top 4 Melhores Livros de Naomi Klein

Naomi Klein é uma jornalista, escritora e activista canadiana. A carreira de escritora de Klein começou cedo com contribuições ao jornal The Varsity na Universidade de Toronto, escrevia sobre feminismo. Conheça a seleção de nossos editores para os melhores Livros da autora canadense Naomi Klein para comprar.

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Não basta dizer não

Um livro urgente e oportuno contra a onda do populismo de direita que domina o mundo. De uma das pensadoras mais influentes do nosso tempo, autora do best-seller Sem logo. A tomada da Casa Branca por Donald Trump é um agravamento perigoso em um mundo de crises encadeadas. Sua agenda imprudente acarretará ondas de desastres e choques para a economia, a segurança nacional e o meio ambiente. A renomada jornalista e ativista Naomi Klein passou duas décadas estudando choques políticos, mudança climática e a "tirania das marcas". Dessa perspectiva singular, ela argumenta que Trump não é uma aberração, mas a extensão lógica das piores e mais perigosas tendências dos últimos cinquenta anos. Não basta, ela nos diz, meramente resistir, dizer "não". Nosso momento histórico exige mais: um "sim" inspirador, digno de confiança, um guia para reivindicar o território populista daqueles que buscam nos dividir.

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Não basta dizer não
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A Doutrina Do Choque. A Ascensão Do Capitalismo Do Desastre

Tragédia em Nova Orleans 2005. Enquanto o mundo assiste ao flagelo dos moradores com as inundações causadas por tempestades que estouraram os diques da cidade o economista Milton Friedman apresenta no jornal The Wall Street Journal uma idéia radical. Aos 93 anos de idade e com a saúde debilitada o papa da economia liberal das últimas cinco décadas vislumbrava naquele desastre uma oportunidade de ouro para o capitalismo: "A maior parte das escolas de Nova Orleans está em ruínas" observou. "É uma oportunidade para reformar radicalmente o sistema educacional". Para Friedman melhor do que gastar uma parte dos bilhões de dólares do dinheiro da reconstrução refazendo e melhorando o sistema escolar público o governo deveria fornecer vouchers para as famílias que poderia gastá-los nas instituições privadas. Estas teriam subsídio estatal. A privatização proposta seria não uma solução emergencial mas uma reforma permanente. A idéia deu certo. Enquanto o conserto dos diques e a reparação da rede elétrica seguiam a passos lentos o leilão do sistema educacional se tornava realidade em tempo recorde. É com a lembrança desse episódio que a jornalista e escritora canadense Naomi Klein inicia o instigante e original A doutrina do choque: a ascensão do capitalismo do desastre que Nova Fronteira lança em maio. A descrição da tática de Milton Friedman é o ponto de partida para identificar a "doutrina do choque" do capitalismo contemporâneo: espera-se uma grave crise vende-se parte do Estado para investidores privados enquanto os cidadãos ainda se recuperam do choque e depois TRANSFORMAM-SE as reformas em mudanças permanentes. "Este livro é uma contestação da suposição mais fundamental e acalentada da história oficial" escreve Naomi "a de que o triunfo do capitalismo desregulado nasceu da liberdade de que mercados não-regulados caminham passo a passo com a democracia". Com esse ataque à história do capitalismo o livro poderia ser somente mais um libelo contra o neoliberalismo a crença no livre-mercado que se tornou hegemônica do mundo a partir dos anos 70 e seus resultados decepcionantes segundo os críticos em matéria de crescimento econômico e justiça social. Mas não é. Um dos méritos do livro ressaltado pelo jornal The Guardian é fazer paralelos entre processos de desenvolvimento aparentemente distintos. O exame da história descrita pela jornalista mostra que as afinidades são justamente entre as políticas de "terapia de choque" impostas em favor de reformas pró-mercado e as técnicas de tortura segundo ela rotineiramente usadas pelos EUA no curso da "guerra contra o terror". A tortura no caso do capitalismo constitui uma metáfora para a tentativa neoliberal de padronizar sociedades diferentes em favor de um modelo supostamente mais racional.

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Em chamas: Uma (ardente) busca por um novo acordo ecológico

“Fale com os outros da maneira que você gostaria que falassem com você”, foi o que o presidente da reunião pediu pela última vez antes de abrir a sessão para perguntas. Durante um tempo, a multidão, composta principalmente por famílias de pescadores, apresentou uma contenção impressionante. Todos escutavam pacientemente enquanto Larry Thomas, um genial especialista em relações públicas da BP, afirmava estar comprometido em fazer o seu melhor para que as reivindicações de perda de receita daquelas pessoas fosse processada ― na sequência, todos os detalhes seriam passados adiante para um subcontratante bem menos amigável. As famílias ouviram também o representante da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos conforme ele as informava que o dis- persante químico borrifado em grandes quantidades sobre o óleo era perfeitamente seguro, ao contrário do que eles já tinham lido sobre a ausência de testes e o produto ter sido banido na Grã-Bretanha. Mas a paciência começou a se esgotar quando Ed Stanton, capitão da guarda costeira, subiu ao palco pela terceira vez para assegurar- -lhes que “a guarda costeira pretende garantir que a BP limpe todo o derramamento”. Alguém gritou: “Escreva isso no papel!” A essa altura, o ar-condicionado já havia sido desligado e a Budweiser dos refrigeradores estava prestes a acabar. Um pescador de camarão chamado Matt O’Brien se aproximou do microfone. “Não precisamos mais ouvir isso”, declarou ele, com as mãos nos quadris. Não importava quais garantias estivessem sendo oferecidas, porque, ele explicou, “nós simplesmente não confiamos em vocês!” E, com isso, uma animação tão intensa emergiu, que você poderia pensar que os Oilers (o infeliz nome do time de futebol americano da escola) tinham acabado de cruzar a linha de gol e marcar um touchdown. O confronto foi, no mínimo, catártico. Durante semanas, os moradores foram submetidos a uma série de conversas estimulantes e promessas extravagantes que vinham de Washington, Houston e Londres. Toda vez que ligavam a TV, encontravam o chefe da BP, Tony Hayward, dando sua palavra de honra de que ele “faria tudo da maneira correta”. Ou então era o presidente Barack Obama expressando sua confiança absoluta de que seu governo deixaria “a costa do Golfo em um estado ainda melhor do que antes”, que ele estava “assegurando” que “tudo voltaria a se restabelecer com ainda mais força do que antes desta crise”.

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Em chamas: Uma (ardente) busca por um novo acordo ecológico
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Como mudar tudo: Um guia para jovens que querem proteger o planeta e uns aos outros

As temperaturas estão subindo no mundo inteiro, causando incêndios florestais, secas, extinções em massa e tempestades ferozes. As mudanças climáticas são reais, esse é um fato inescapável. Mas como chegamos a este ponto, e o que podemos fazer agora? E se fosse possível proteger o planeta e, ao mesmo tempo, agir para tornar a vida mais justa e igualitária para as pessoas que vivem nele? Isso é possível... se estivermos dispostos a mudar tudo. No seu primeiro livro para jovens, a escritora best-seller internacionalmente premiada Naomi Klein, com a ajuda de Rebecca Stefoff, apresenta os fatos e os desafios sobre as mudanças climáticas e o movimento pela justiça ambiental. Usando exemplos de transformações e protestos de todo o mundo, incluindo perfis de jovens ativistas, Klein mostra que crianças e adolescentes não só fazem parte do movimento contra as mudanças climáticas: estão na liderança. Como mudar tudo fornece aos leitores um retrato claro das transformações que estão afetando nosso planeta e, mais importante, apresenta ideias, inspirações e ferramentas para agirmos. Porque os jovens podem ajudar a construir um futuro melhor. Os jovens podem ajudar a decidir o que vai acontecer. Os jovens podem mudar tudo. “O trabalho de Naomi Klein sempre me guiou, e seus registros da nossa era de emergências climáticas são inigualáveis. Ela inspira gerações.” ― Greta Thunberg

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