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27/01/2022 14:22:01

Top 10 Melhores Livros Sobre Iemanjá

O que a Iemanjá faz? O que é ser filho de Iemanjá? Como foi que Iemanjá morreu? O que é Iemanjá na Umbanda? Quais os melhores livros sobre Iemanjá? Com dúvidas? Vamos te ajudar!

Top 10 Melhores Livros Sobre Iemanjá

Protagonista de milhões de lendas, Iemanjá se multiplica em várias versões e se transforma de acordo com a cultura. Querendo saber mais sobre Iemanjá? Selecionamos para você os melhores livros para você se aprofunda no assunto, veja a seleção dos nossos editores!

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Uma rede para Iemanjá

Uma rede para Iemanjá é um emocionante auto de Natal afro-brasileiro com o poder da cultura negra, através das palavras de Antônio Callado. Esta edição conta ainda com apresentação da grande atriz Zezé Motta. Na abertura de Uma rede para Iemanjá, peça escrita pelo célebre autor Antônio Callado em 1961, Pai de Juca está sentado em um banco de praia e olha para o mar em prece. Iemanjá levou seu filho e, com ele, talvez, seu tino. Como a figura de um preto velho, Pai de Juca pode ser considerado um guia, presente em todas as ações da peça e responsável por mesclar realidade e fantasia. Através de seus olhos surgem Manuel Seringueiro, Lili e Jacira ― esta última grávida e com um desejo imenso de responder ao chamado que o mar lhe faz.Única peça do Teatro Negro de Callado que se passa em espaço aberto, Uma rede para Iemanjá pode ser lida como uma representação da condição do Brasil à época. Na cidade do Rio de Janeiro, que lhe serve de cenário, há o encontro do mar com o progresso urbano, a verticalização, a presença da migração nordestina, o sincretismo religioso, a mistura de negros e brancos. Estão em cena também o abandono, a esperança e a fé. A rede é o artefato simbólico que permite abraçar e embalar todas as dimensões apresentadas por Callado e que move a vontade de Jacira; é o que representa seu vínculo com a família, um lugar de pertencimento. Seu filho, portanto, só poderá nascer ali.A professora e crítica literária Ligia Chiappini observa que, apesar de certa melancolia, há força da esperança nessa representação.

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Uma rede para Iemanjá
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Iemanjá e suas lendas

Em Iemanjá e suas lendas, Zora Seljan traz lendas de fundamental relevância que giram em torno da rainha das águas. Aqui, estão reunidas não só lendas recolhidas oralmente, como também aquelas presentes nos textos de outros estudiosos. Desta maneira, o o leitor deste livro irá se deliciar observando o entrecruzamento de registros orais e escritos a compor o universo multifacetado de uma das figuras mais encantadoras de nosso folclore. Nos anos 1960, Zora Seljan residiu dois anos na Nigéria e nesse período travou contato próximo com as populações de Lagos e de outras regiões do país. Nesta ocasião, a estudiosa da cultura afro-brasileira tomou conhecimento de um rol admirável de lendas em torno de Iemanjá, uma das divindades mais importantes do universo africano. Tal mergulho proporcionado pela experiência da viagem somou-se às leituras que Zora fez ao longo de sua vida sobre tudo o que dissesse respeito às raízes africanas de nossa existência. Como se sabe, Iemanjá atravessou os mares e aportou no Brasil e no âmago de nossa cultura, firmando sua presença em nossa música, nossa literatura e outros campos.

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Iemanja - Lendas, Arquetipo E Teologia

"Este livro surgiu da real necessidade dos espíritas e filhos de Mãe Iemanjá terem algo segmentado em que pudessem pesquisar e aprender ainda mais sobre essa santidade, fonte de energia de luz espiritual divina de uma forma mais sacrossanta e não somente através das lendas e histórias de vossa unidade.O conteúdo deste livro esta dividido em duas partes, sendo a primeira parte a história sobre as lendas e o arquétipo segundo o entendimento popular e as tradições das religiões de matrizes espírita/africana e a segunda parte um conteúdo teológico espiritual segundo as orientações e ensinamentos de A Bíblia Real, a primeira bíblia espírita do mundo".

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Iemanja - Lendas, Arquetipo E Teologia
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Uma rosa a iemanjá: nasce uma nova tradição

Uma Rosa a Iemanjá evidencia o poder das religiões de recriar o real e recriar a si mesmas se adaptando, e se readaptando, aos novos contextos históricos e sociais que nosso cotidiano vai recriando. O trabalho que produz mercadorias simbólicas e reais vai recriando o mundo humano, vai transformando os indivíduos e sugerindo novos rumos a tomar, como neste caso, realizar um festival sagrado, um novo ritual para Iemanjá. O autor também relembra sua trajetória de vida como pessoa religiosa que se adaptou às novas conjunturas que a vida social lhe ofereceu, até estar neste momento enquanto cientista social e professor, produzindo este livro, que é também, nesse contexto, uma Oferenda Religiosa. Por seu conteúdo intrigante, sua linguagem simples e sua profundidade acadêmica, a obra oferece aos praticantes e aos estudiosos de religião afro-brasileira dados de campo e interpretações possíveis desse tema tão relevante para o povo brasileiro.

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Iemanjá: mãe dos peixes, dos deuses, dos seres humanos: 10

Festejada em todo o Brasil no dia 2 de fevereiro, Iemanjá é unanimidade em termos de identificação dos fiéis com tudo o que ela representa para a nossa cultura. “Nos templos africanos, a figura de Iemanjá aparece entalhada em madeira, esculpida em pedra ou mesmo feita em barro. Trata-se de uma mulher com formas arredondadas e seios fartos, símbolo do feminino e das grandes mães. Junto com Nanã e Oxum, ela forma a tríade das velhas mães ancestrais. Já com Oxalá, incontestavelmente a maior e mais respeitada divindade do panteão iorubá, Iemanjá une-se na criação do mundo e dos orixás”, conta Vallado sobre a rainha do mar.

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Saravá Iemanjá

Iemanjá é considerada a mãe dos Orixás, divindade dos Egbé, da nação Iorubá, está ligada ao rio Yemojá. No Brasil, é a rainha das águas salgadas e dos mares. Protetora de pescadores e jangadeiros, suas festas são muito populares no país, tanto no Candomblé quanto na Umbanda, especialmente no extenso litoral brasileiro. Senhora dos mares, das marés, das ondas, das ressacas, dos maremotos, da pesca e da vida marinha em geral. Conhecida como 'Deusa das Pérolas', é o Orixá que apara a cabeça dos bebês na hora do nascimento.

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Saravá Iemanjá
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Iemanjá

Diz a lenda que Iemanjá é uma moça bonita, que passeia nas águas salgadas, cobrindo-se e descobrindo-se com as rendas de espumas formadas sobre as ondas azuis ornadas de luz, resplandecendo como joias encantadas.Para os pescadores, ela representa a Mãe-D'Água, detentora das riquezas do oceano, que os abençoa na labuta diária com fartura de peixes, saúde e paz. O culto a Iemanjá teve a sua origem na Nigéria e foi trazido para o Brasil pelos escravos. Eles iniciaram aqui uma forte devoção que atraiu milhares de adeptos. No dia 2 de fevereiro são realizadas muitas homenagens à Rainha do Mar em várias regiões do Brasil, em especial na Bahia, onde se reúnem numerosos devotos para presenteá-las com flores, perfumes, bolos confeitados e delicados objetos do universo feminino, ao som dos cânticos sagrados.

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Iemanjá e Oxum: Iniciações, Ialorixás e Olorixás

Lydia Cabrera pesquisou durante quarenta anos a presença do folclore africano em Cuba, legado transmitido oralmente durante o tráfico e conservado até o presente com admirável fidelidade pela população negra. Suas obras são uma contribuição essencial ao entendimento do influxo africano na cultura cubana, a qual se assemelha, em muitos aspectos, à cultura brasileira. Em Iemanjá & Oxum, um de seus mais conhecidos livros, mostra aspectos importantes do sincretismo religioso, como as equivalências Orixá-Santo, presentes nos festejos de Nossa Senhora da Regla em Havana e os de Nossa Senhora da Caridade do Cobre em Santiago de Cuba. Com este estudo, a grande pesquisadora cubana aponta novos caminhos às investigações das influências dos grupos étnicos africanos em nossa cultura, no conhecimento de seus valores e tradições populares.

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Iemanjá e Oxum: Iniciações, Ialorixás e Olorixás
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Onde está você, Iemanjá?

Um convite para conhecer um pouco mais sobre a influência africana em nossa cultura. É 31 de dezembro e Camila está ansiosa pela festa de Ano-Novo. Não só é o momento de renovar as esperanças, mas é dia de Iemanjá, a sereia protetora dos mares. Enquanto a ilha onde vive se prepara para os festejos, a menina sai em um pequeno barco a procura da rainha do mar. Leny Werneck tem cerca de vinte títulos infantis publicados no Brasil e na França, foi vice-presidente do IBBY, trabalhou como consultora para UNESCO e foi a responsável pelo primeiro stand do Brasil na Feira Internacional de Bolonha. A obra foi publicada originalmente na França com o apoio da UNESCO.

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Iemanjá: Deusa do Mar

canalizado em Psicografia. História inédita, onde a Deusa do Mar conta um pouco de sua vida, sua história; de suas alegrias, e tristezas. Seu sofrimento diante das provas terrenas. Onde Alcançou elevado grau de sabedoria, Amor e benevolência, galgando preciosos degraus de evolução nessa maravilhosa corrente de Amo ao próximo, A Umbanda, onde hoje trabalha para nos defender do mal. Mãe zelosa, rígida e doce Mãe Das Águas, nossa Mãe Iemanjá. ODOIÁ! Saravá Mãe Iemanjá!

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