13/10/2021 14:10:10

Top 10 Melhores Livros Sobre o Funk Carioca

Selecionamos o melhores livros sobre o Funk Carioca o gênero musical que tomou conta do Brasil e do Mundo.

Top 10 Melhores Livros Sobre o Funk Carioca

O funk carioca, ou simplesmente funk, é um estilo musical oriundo das favelas do estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Apesar do nome, é diferente do funk originário dos Estados Unidos. Isso ocorreu pois, a partir dos anos 1970, começaram a ser realizados bailes da pesada, black, soul, shaft ou funk no Rio de Janeiro. Com o tempo, os DJs foram buscando outros ritmos de música negra, mas o nome original permaneceu. O funk carioca tem uma influência direta do miami bass e do freestyle. O termo "baile funk" é usado para se referir a festas em que se toca o funk carioca. Apesar do nome, o funk carioca surgiu e é tocado em todo o estado do Rio de Janeiro e não somente na cidade do Rio de Janeiro, como o gentílico "carioca" leva a crer.

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Batidão. Uma História do Funk

Em Batidão, o jornalista Silvio Essinger conta a história do funk carioca, de James Brown a DJ Marlboro, Mr. Catra, Bonde do Tigrão e Tati Quebra-Barraco. Um livro-reportagem revelador sobre o movimento musical que colocou o Rio de Janeiro mais uma vez sob os holofotes da mídia (para o bem e para o mal) e do mundo.

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Batidão. Uma História do Funk
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Funk-se Quem Quiser: No Batidão Negro Da Cidade Carioca

Não é à toa que o Funk, como fenômeno sociocultural, se tem tornado tema de monografias, dissertações, teses e artigos acadêmicos. Além do interesse midiático, a “ciência” também se volta para esse gênero, buscando nele algumas chaves para a problematização de temas, como juventude, desigualdade de gênero, criminalidade, favelas, consumo, entre outros. Em meio a essa profusão de trabalhos, este livro se destaca pelo seu olhar. Além de trazer à luz as íntimas relações do Funk com a diáspora negra, tema pouco abordado em outros trabalhos acadêmicos, a autora escreve sob a ótica de quem, mais do que pesquisou, viveu o Funk. Sua abordagem é comprometida ideológica e politicamente com aqueles que fazem o Funk: os funkeiros. Funk-se quem quiser: a letra da música que dá título ao livro é também um manifesto que emerge não do cenário Funk, mas de seus bastidores

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Funk

Em homenagem à diversidade da música brasileira, os jornalistas Júlia Bezerra e Lucas Reginato lançam, pela editora Panda Books, a coleção Movimentos Musicais, composta por três livros temáticos: O fino da bossa, Funk e Manguebeat. No segundo, o leitor conhece a origem e consagração do funk carioca, ritmo inconfundível e contagiante.

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Funk
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Preso Na Gaiola: A Criminalização Do Funk Carioca Nas Páginas Do Jornal Do Brasil (1990-1999)

O livro Preso na gaiola: a criminalização do funk carioca nas páginas do Jornal do Brasil (1990-1999) surgiu a partir da observação da perseguição contra o funk carioca, desenvolvida ao longo da década de 1990 e intensificada nos anos 2000. Este livro tem por objetivo principal encontrar explicações para a criminalização do movimento funk carioca. Para tanto, foram utilizadas como fontes canções lançadas ao longo dos anos 1990, além de leis e projetos de leis que diziam respeito especificamente ao funk. Os conteúdos presentes no Jornal do Brasil neste mesmo período e que tinham como tema principal o funk carioca, por sua vez, são as fontes que norteiam e dão o tom deste livro. A análise das fontes selecionadas permitiu concluir que a perseguição levada a cabo pelo poder público contra as manifestações do funk carioca – sobretudo os bailes funk – era fruto da perseguição contra os adeptos do movimento, ou seja, contra os funkeiros. Estes, por sua vez, eram representados, em sua maioria, por jovens negros, pobres e favelados, revelando preconceitos de origem racial e social contra eles. Esta obra conta com o rigor científico-metodológico necessário à análise histórica e historiográfica e destaca-se nesta cena por ser o primeiro livro na grande área da História a ser publicado sobre o funk carioca. No entanto a escrita objetiva e não desnecessariamente rebuscada da autora permite que pessoas fora da grande área da História e das Ciências Humanas possam ter acesso às suas conclusões. Com o objetivo de romper as barreiras da academia e atingir o maior número possível de leitores, este livro foi escrito a partir de uma linguagem simples – porém não simplória –, de modo que toda e qualquer pessoa que se interesse pelo funk carioca consiga ler e, de fato, compreender os resultados da pesquisa aqui apresentados. Adquirir este livro é uma forma de se desprender das amarras dos preconceitos que ainda hoje recaem sobre o funk carioca e sobre os funkeiros. Esta leitura pode tornar possível o reconhecimento do funk carioca como um importante produto cultural, como uma respeitável fonte de renda direta e indireta, como uma possibilidade de ascensão social e como a voz daqueles que não aceitam ser calados.

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Preso Na Gaiola: A Criminalização Do Funk Carioca Nas Páginas Do Jornal Do Brasil (1990-1999)
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Cai de boca no meu b*c3t@o - O funk como potência do empoderamento feminino

Funk e empoderamento feminino no mesmo livro? Como assim, se o funk só objetifica a mulher? É para romper com esse senso comum, que Tamiris Coutinho decidiu enfrentar os estigmas e preconceitos que envolvem o gênero musical no lançamento da editora Claraboia. Inspirada no hit do funk carioca Cai de boca, a autora analisa e demonstra como um dos movimentos culturais mais importantes do Brasil também é um potencializador da liberdade, da autonomia e do empoderamento da mulher. Apaixonada por funk, Tamiris resgata as origens do gênero musical, sua evolução ao longo das décadas e sua importância sob os aspectos social, cultural, musical e mercadológico, principalmente no Rio de Janeiro. Toda essa investigação está focada na inserção e consolidação da mulher dentro do gênero musical. E, ela vai além, demonstrando que há cada vez mais mulheres em posição de destaque dentro do funk, ocupando os espaços que lhe cabem por direito, modificando suas vidas individualmente e, consequentemente, alterando as relações estruturais da nossa sociedade - pautada no patriarcado e nas suas expressões machistas. O livro é baseado no trabalho de conclusão para o curso de Relações Públicas da UERJ, que recebeu nota máxima pela banca avaliadora e inúmeros elogios de pessoas importantes do movimento funk. O preconceito em relação ao tema é tão grande que a divulgação do trabalho nas redes sociais gerou ataques de ódio dos mais variados tipos contra a autora, o funk, as mulheres e a universidade pública. Agora, você terá a oportunidade de ler o trabalho de Tamiris e tirar suas próprias conclusões. Desde já, aperte o play na trilha sonora que ela fez especialmente para o livro e permita-se levar por essa batida tão brasileira e genuína.

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Cai de boca no meu b*c3t@o - O funk como potência do empoderamento feminino
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Anitta: O livro das poderosas

Nesta biografia não oficial, totalmente ilustrada e feita especialmente para os fãs, apresentamos todo o poder que envolve o universo Anitta: sua trajetória de sucesso, sua vida, curiosidades, momentos marcantes, o tino apurado para novas tendências, além da personalidade forte e cativante que a faz enfrentar qualquer obstáculo para conquistar todos os seus sonhos. Tudo isso em um livro dinâmico e moderno que é a cara dela. Então, PRE-PA-RA que agora é hora de entrar no contagiante universo da Anitta!

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Anitta: O livro das poderosas
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Furacão Anitta

Desde que deixou o Brasil inteiro babando com o Show das Poderosas, Anitta se tornou uma obsessão nacional. Seus clipes quebram a internet, jovens descolados copiam seu estilo e seus passos são seguidos por milhões de fãs, ávidos por qualquer informação a respeito desse furacão. Para matar essa curiosidade generalizada, Leo Dias, o mais famoso jornalista de celebridades do país, se debruçou sobre a história da menina nascida de uma família pobre, no subúrbio do Rio de Janeiro, que desde a infância sabia muito bem o que queria ser na vida. Está tudo lá: as aulas de piano com o avô, as brigas com os empresários, as tretas com outras cantoras, os amores e desamores, a fé, o futuro longe dos palcos. Leo mostra que nada na vida da cantora foi fruto da sorte ou do acaso. O resultado é um livro intenso e explosivo. Aliás, como a própria Anitta.

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Furacão Anitta
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Estetica Funk Carioca - Criacao E Conectividade Em Mr.Catra, A

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Tamborzão: Olhares Sobre a Criminalização do Funk. Criminologia de Cordel 2

Enfim apresentamos aqui um conjunto de argumentos no sentido de potencializar as liberdades da juventude popular brasileira, na sua expressão, na sua movimentação pela cidade, no eco de suas vozes e do seu tamborzão. O proibidão faz tremer, como sempre, os caretas e os covardes, aqueles que gostam de retratar essa juventude como carente ou demonizada. Nós, que acreditamos nessa força fantástica que a tudo resiste, que ressoa para além das proibições, interdições e brutalizações, apresentamos esse pequeno livro para dizer e redizer : estamos juntos e misturados.” Do prefácio de Vera Malaguti Batista “O Judiciário brasileiro está devendo à sociedade civil um posicionamento firme em defesa da liberdade de expressão artística, e a criminalização do funk lhe oferece essa oportunidade. Quando este dia chegar, acabou-se o “proibidão”, não pela falta dos poetas populares mas pelo término da inconstitucional perseguição policial. Todo MC poderá então tranquilamente celebrar, em seus “permitidões”, personagens e episódios da favela em que nasceu.

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Tamborzão: Olhares Sobre a Criminalização do Funk. Criminologia de Cordel 2
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Sou dessas: Pronta pro combate: Pronta pro combate

Valesca é, sem dúvida, uma das mais importantes representantes do funk no país. Com letras irreverentes e ritmo contagiante, suas músicas ajudaram a disseminar o ritmo carioca ao redor de todo o Brasil, quebrando tabus e levantando importantes discussões acerca do papel da mulher na sociedade. Em Sou dessas: pronta pro combate, Valesca Popozuda compartilha a sua visão sobre assuntos como feminismo e liberdade sexual, além de contar, de forma leve e divertida, detalhes de sua vida pessoal, de sua carreira e como o funk mudou a sua história.

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Sou dessas: Pronta pro combate: Pronta pro combate

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