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06/01/2024 15:44:13

Top 10 Melhores Livros de Mário de Andrade

Selecionamos os melhores livros de Mário de Andrade com venda on-line.

Top 10 Melhores Livros de Mário de Andrade Mário Raul de Morais Andrade foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo no país, ele praticamente criou a poesia brasileira moderna com a publicação de sua Pauliceia Desvairada em 1922. Ele teve uma influência enorme na literatura brasileira moderna e, como estudioso e ensaísta, foi pioneiro no campo da etnomusicologia. Sua influência chegou muito além do Brasil. Andrade foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos. Treinado como músico e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade se envolveu pessoalmente em praticamente todas as disciplinas relacionadas ao modernismo paulistano e se tornou o polímata nacional do Brasil. Suas fotografias e ensaios sobre uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente publicados.

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Box Obras de Mário de Andrade

MÁRIO RAUL MORAES DE ANDRADE nasceu em São Paulo, em 9 de outubro de 1893 e faleceu em 25 de fevereiro de 1945. Foi poeta, escritor, crítico literário, musicólogo, folclorista, cronista ensaísta e um dos pioneiros da poesia moderna brasileira, com a publicação de seu livro Pauliceia Desvairada, em 1922. Durante sua infância foi considerado um pianista prodígio, tendo sido matriculado no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1911. Recebeu educação formal apenas em música, mas foi autodidata em história, arte e, especialmente, poesia. Em 1922, ao mesmo tempo em que preparava a publicação de Pauliceia Desvairada, trabalhou com Malfatti e Oswald de Andrade na organização de um evento que se destinava a divulgar as obras deles a um público mais vasto, a Semana de Arte Moderna, que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo entre os dias 11 e 18 de fevereiro. Depois de trabalhar como professor de música e colunista de jornal, ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. No fim de sua vida, tornou-se o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade e no país. Andrade morreu em sua residência, em São Paulo, devido a um enfarte do miocárdio, quando tinha 51 anos. Dadas as suas divergências com a ditadura, não houve qualquer reação.

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Box Obras de Mário de Andrade

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Macunaíma, O Herói sem Nenhum Caráter

Mário de Andrade publicou Macunaíma em 1928. O livro foi um acontecimento. Debochado e intensamente brasileiro - ainda que muito pouco ou nada nacionalista -, este romance é ainda hoje um dos textos fundamentais do nosso Modernismo. E continua a influenciar as mais diversas manifestações artísticas. Nascido nas profundezas da Amazônia, o herói de Mário de Andrade é cheio de contradições - assim como o país que lhe serve de berço. É adoravelmente mentiroso, safado, preguiçoso e boca-suja. Suas peripécias vêm embaladas numa linguagem rapsódica e inventiva, um marco das pesquisas de seu autor em torno de uma identidade linguística brasileira.

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Macunaíma, O Herói sem Nenhum Caráter

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De Pauliceia Desvairada a Lira Paulistana

Neste volume reúnem-se diversas obras em verso que marcaram a carreira de Mário de Andrade, entre elas “Pauliceia desvairada”, “Losango Cáqui”, “Clã do Jabuti”, “Remate de males”, “O carro da miséria”, “A costela do grã cão”, “Livro azul”, “Café” e “Lira paulistana”. Uma edição imperdível que permite-nos compreender melhor a concepção dos modernistas brasileiros.

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De Pauliceia Desvairada a Lira Paulistana

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Ensaio Sobre a Música Brasileira

Ensaio sobre a música brasileira, volume VI das Obras Completas de Mário de Andrade.Podemos considerar que Mário de Andrade (1897-1945) foi o primeiro grande crítico de música brasileiro, além de escritor, poeta, crítico literário e um dos principais expoentes do modernismo brasileiro. No campo da música, além de pianista e professor, foi o primeiro grande pesquisador de música deste país, sobretudo clássica e folclórica, tendo escrito diversos livros acerca de suas pesquisas e viagens que fez pelo Brasil, entre eles As Melodias de Boi e Outras Peças, Ensaios Sobre a Música Brasileira, A Música e a Canção Populares no Brasil, Modinhas Imperiais e Música de Feitiçaria no Brasil, além de diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo entre 1936 e 38. Entretanto, foi na mídia impressa que parte de sua produção bibliográfica se deu, onde podemos destacar muitos artigos, crônicas e textos de crítica literária e musical.

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Ensaio Sobre a Música Brasileira

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Aspectos do Folclore Brasileiro

Mário de Andrade conhecia o Brasil como poucos, graças às leituras e viagens que realizou ao longo de sua vida por vários cantos do país. A obra "Aspectos do folclore brasileiro" simboliza parte do fundamental conhecimento que ele acumulou acerca do conjunto de tradições e costumes que integraram a formação do povo brasileiro. Uma obra essencial para conhecermos mais sobre a cultura de nosso país.

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Aspectos do Folclore Brasileiro

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O peru de Natal e outros contos de Mário de Andrade

Mário de Andrade é um ícone da literatura nacional, apontado como um dos maiores autores brasileiros de todos os tempos. Por isso, conhecer um pouco de sua obra é fundamental a qualquer leitor. Nesta adaptação cuidadosamente feita em HQ, a essência da linguagem e dos enredos de quatro de seus contos foram preservadas e adaptadas com rigor e fidelidade. A seleção inclui o conto "Peru de Natal", "Vestida de preto" (ambos extraídos de Contos novos), "Será o Benedito!" (publicado em um jornal da época) e "Caim, Caim e o resto" (extraído do livro Os contos de Belazarte). Seguindo a proposta dessa coleção, este livro traz ainda excertos e pequenos textos dos mais variados gêneros produzidos pelo autor, brindando os leitores com uma apanhado sucinto da obra de Mário, tão grandiosa e moderna, e que merece ser conhecida em sua totalidade. Embora o volume total da correspondência de Mário de Andrade (1893-1945) e Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982) seja relativamente pequeno, as cartas reunidas por Pedro Meira Monteiro proporcionam uma visada panorâmica sobre os anos decisivos da eclosão e da consolidação do modernismo no Brasil. Os dois amigos paulistanos corresponderam-se entre 1922 e 1944. Unidos por afinidades pessoais que remontavam aos preparativos da Semana de Arte Moderna, mas eventualmente apartados por corteses divergências de cunho estético e político, viveram a maior parte desse período em cidades diferentes. Sérgio, no Rio de Janeiro, onde construiu uma fulgurante carreira de jornalista, professor e historiador; Mário, em São Paulo, cidade-sede da efervescência modernista e que inspirou seus melhores poemas. Ao longo dos anos, como destaca o organizador, percebe-se que o jovem embaixador dos “rapazes de São Paulo” na capital federal foi-se convertendo numa espécie de “consultor” do amigo mais velho para assuntos relacionados à historiografia e aos arquivos coloniais. Por sua vez, o autor de Macunaíma, católico praticante mas visceralmente antidogmático, nunca deixou de merecer a respeitosa amizade de Sérgio, materialista agnóstico sempre atento às questões teológicas e existenciais que angustiavam o amigo. Alguns entre os principais nomes da cultura nacional na primeira metade do século XX - Lima Barreto, Alceu Amoroso Lima, Di Cavalcanti, Carlos Drummond de Andrade, Candido Portinari, Manuel Bandeira, Prudente de Moraes, neto - desfilam entre as confidências e recados carinhosamente trocados por Mário e Sérgio. Por meio de um agudo ensaio crítico, e com o auxílio de um amplo aparato de notas explicativas, Meira Monteiro elucida as entrelinhas das questões intelectuais que compõem o pano de fundo do diálogo epistolar destes dois gigantes da inteligência brasileira.

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O peru de Natal e outros contos de Mário de Andrade

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Amar, verbo intransitivo: Idílio

Fraülein, a professora de amor, é uma personagem marcante da Literatura. Uma heroína independente em um mundo masculino. Nesta história de sedução de um adolescente por uma mulher madura, Mário de Andrade capta como poucos os mistérios da alma feminina. Em "Amar, verbo intransitivo – IDÍLIO", a alemã se ocupa da instrução dos filhos dos Sousa Costa. A pele rosada, os olhos pouco profundos, a mecha de cabelo loiro presa cem vezes e que torna a cair despertam, aos poucos, o desejo de Carlos. Logo, o menino se vê aprisionado por um sentimento para além do pouco interesse pelas aulas de alemão. O enredo arrancou aplausos de modernistas e críticas de conservadores em 1927. O romance mostra o experimentalismo de Andrade, que se consolidaria em Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Ao tocar em tema tão polêmico, a presente obra atrai até hoje o interesse dos leitores. Em 1975, o livro inspirou o filme Lição de Amor, de Eduardo Escorel.

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Amar, verbo intransitivo: Idílio

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Contos Novos

Livro preparado pelo autor no fim de sua vida e de publicação póstuma, Contos Novos é considerado pela crítica como ponto alto da maturidade de Mário de Andrade.Dentre os contos, "Vestida de Preto", "Atrás da Catedral de Ruão", "Peru de Natal" e "Tempo da Camisolinha".

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Contos Novos

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Correspondência Mário de Andrade e Manuel Bandeira

Sobre a numerosa correspondência de Mário de Andrade, disse Antonio Candido: “Encherá volumes e será porventura o maior movimento do gênero, em língua portuguesa: terá devotos fervorosos e apenas ela permitirá uma vista completa de sua obra e do seu espírito”. Lacrada até julho de 1997, a pedido de Mário, a parte mais significativa dessa correspondência começa a ser revelada nesta edição que dá conta da fértil comunicação, ao longo de três décadas, entre dois dos maiores nomes da literatura brasileira. Graças ao trabalho rigoroso do organizador, que nas notas às cartas apresenta todas as informações necessárias à compreensão dos dados contextuais, o leitor pode tomar pleno contato com a troca de confissões pessoais, opiniões sobre poemas, ideias sobre questões do cotidiano do país e sobre a evolução de uma arte brasileira, entre muitos outros temas.

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Correspondência Mário de Andrade e Manuel Bandeira

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Padre Jesuíno

Nesta obra, Mário de Andrade apresenta um estudo apaixonado sobre a obra deste homem que foi antes de qualquer coisa um artista e religioso. Considerado pelo próprio Mário como seu 'maior esforço em crítica de artes plásticas', este livro resgata minuciosamente o trabalho de Padre Jesuíno, por meio de obras conhecidas do grande público e de arquivos de família e documentos obscuros.

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Padre Jesuíno

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