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06/01/2024 15:44:13

Top 10 Melhores Livros de Mário Quintana

Qual é a principal obra de Mario Quintana? Quais são as obras mais conhecidas de Mario Quintana? O que Mario Quintana defendia?

Top 10 Melhores Livros de Mário Quintana Mário de Miranda Quintana, um renomado poeta, tradutor e jornalista brasileiro, iniciou sua trajetória literária em Porto Alegre, após se mudar de sua cidade natal em 1919. Estudou no Colégio Militar e publicou suas primeiras obras literárias durante esse período. Com um estilo inconfundível, marcado pela ironia, profundidade e excelência técnica, Quintana dedicou grande parte de sua vida ao jornalismo, trabalhando para a Editora Globo e em seguida numa farmácia de propriedade de sua família. Além de suas contribuições literárias, ele também traduziu mais de 130 obras clássicas, incluindo títulos como "Em Busca do Tempo Perdido" de Marcel Proust e "Mrs Dalloway" de Virginia Woolf. Em 1953, ele entrou para o jornal Correio do Povo como colunista de cultura, posição que manteve até 1977. Quintana lançou seu primeiro livro de poesias, "A Rua dos Cataventos", em 1940, marcando assim o início de sua carreira como poeta, escritor e autor infantil. Sua "Antologia Poética", publicada em 1966 para celebrar seu 60º aniversário, recebeu aclamação da Academia Brasileira de Letras e foi saudada por eminentes literatos como Augusto Meyer e Manuel Bandeira. Ao longo de sua carreira, acumulou uma série de prêmios, incluindo o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores pelo melhor livro do ano em 1966, a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do Rio Grande do Sul em 1976 e o Prêmio Machado de Assis em 1980 pela Academia Brasileira de Letras, reconhecendo o conjunto de sua obra.

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Antologia poética

Publicada originalmente em 1981, Antologia poética apresenta uma seleção do próprio Mario Quintana, que optou por uma divisão temática de seus poemas. Estão presentes os motivos mais emblemáticos do poeta: o humor, o despojamento, o devaneio, o sobrenatural, a infância, o cotidiano. O conjunto forma um curso prático não só da poesia de Quintana, mas da poesia moderna como um todo, naquilo que ela tem de mais característico: o lirismo intimista e o verso livre. Com prefácio de Eucanaã Ferraz, que discute em profundidade não só a coletânea, mas também faz um balanço preciso da obra de Quintana, esta é uma ótima porta de entrada para os leitores que querem ter contato com este poeta essencial.

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Antologia poética

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Melhores Poemas Mario Quintana: Seleção e Prefácio: Fausto Cunha

Classificado por si mesmo como aprendiz de feiticeiro, Mario Quintana deixou algumas das feitiçarias poéticas mais fascinantes da literatura brasileira. Nesta seleção de Fausto Cunha, encontramos poemas curtos, versos simples e musicais, uma poesia aberta para o mundo do sonho, consagrada por uma imensa receptividade popular.

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Melhores Poemas Mario Quintana: Seleção e Prefácio: Fausto Cunha

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Esconderijos do tempo

Esconderijos do tempo ocupa lugar de destaque na obra poética de Mario Quintana. Tudo levava a crer que, após o premiado Apontamentos de história sobrenatural, de 1976, o poeta septuagenário não tinha mais para onde ir, a não ser repetir-se. No entanto, passaram-se apenas quatro anos, e Quintana lançava este que pode ser considerado um dos melhores livros de poesia brasileira do último quarto do século passado. Alguns dos mais belos poemas escritos pelo autor podem ser encontrados neste volume. À época de seu lançamento original, em 1980, o poeta parecia liberar-se definitivamente de todas as amarras, influências, compromissos, entregando-se por inteiro ao triunfo da imaginação como forma de questionar e enriquecer o real. Neste livro, é marcante a total dissociação de Quintana em relação a qualquer influência exercida sobre ele por outros mestres de sua geração modernista. Se nos livros dos anos 70, através da noção de “sobrenatural”, ele fizera questão de contrastar sua poética ao ceticismo materialista de Drummond, aqui o poeta assume de peito aberto sua personalidade singular. Em Mario Quintana, o poeta, não existiu envelhecimento. Esconderijos do tempo é um livro de maturidade plena. Nele estão poemas que tematizam a passagem do tempo e o caráter fugaz dos sentimentos e das sensações, mas sem ceder à nostalgia ou à melancolia. A palavra poética afirma-se aqui como celebração e concretização daquilo que perdura.

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Esconderijos do tempo

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Eu passarinho

Esta antologia cobre toda a carreira do poeta, desde os livros iniciais até os publicados postumamente, e revela não só seu modo único de olhar o mundo, mas uma riqueza de temas e formas. Quintana retrata a vida nossa de cada dia – os fatos corriqueiros e também os que nos pegam de surpresa e nos transformam –, ressaltando os aspectos belos, profundos e divertidos de nossa existência. Há aqui um pouco de tudo: sonetos, versos livres, aforismos, haicais e prosa poética. impossível ficar indiferente e não se emocionar.

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Eu passarinho

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Baú de espantos

Em Baú de espantos, publicado pela primeira vez em 1986, Mario Quintana reúne num só gesto poético o passado e o futuro, através do exercício da memória e das percepções que o assaltam diante das mudanças trazidas pela modernidade. Aqui aparece menos o Quintana ecológico e mais o poeta tocado pela nostalgia da vida simples, deixada para trás pelos arranha-céus e pela agitação da cidade grande. Ao mesmo tempo, o poeta absorve o imaginário do espaço sideral para alimentar seu lirismo. Ao lado das clássicas imagens do vento, da lua, da rua de bairro, aparece aqui a nave como metáfora da viagem que é a vida: “nau exposta aos quatro ventos,/ em pleno céu sulcado de relâmpagos”. O poeta convida o leitor a embarcar com ele numa viagem de poemas que falam de vida e morte, começo e fim, mar e céu. Em perfeita circularidade, a possibilidade do fim (fim da vida, fim das coisas simples) acaba por suscitar o retorno daquilo de que se sente saudade. Junto com a ideia de navegação, impõe-se a imagem do menino eterno por trás de cada ato de evocação e escrita poética. O garoto errante e sonhador sempre retorna nos versos de Quintana, seja como objeto, seja como o sujeito que fala. O mar da memória é um baú de maravilhas.

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Baú de espantos

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O batalhão das letras

O batalhão das letras, primeira obra de Mario Quintana voltada para o público infantil, foi publicada originalmente em 1948. Inovador, o livro apresenta o alfabeto enquanto ensina poesia, ora ressaltando as formas gráficas das letras, ora seus fonemas. Um singular abecedário poético, em que o autor brinca com as letras e as palavras de nossa língua, o livro traz vinte e oito estrofes que apresentam o alfabeto, suas formas gráficas e seus fonemas, sempre em associação aos objetos e ao ambiente do universo infantil.

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O batalhão das letras

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O segundo olhar: Antologia

Foi pensando nas diversas possibilidades de interpretação da obra de Mario Quintana que este livro surgiu. A proposta do escritor João Anzanello Carrascoza ao organizar esta antologia foi recuperar sua veia singular ― e hoje pouco conhecida ―, demonstrando toda a força de Quintana. Daí o título, que parte da ideia de que é quando lançamos um segundo olhar sobre as coisas que conseguimos captá-las em sua plenitude. Conhecido como o poeta da infância e do cotidiano, Quintana teve suas outras facetas negligenciadas ao longo do tempo. Seus poemas percorrem muitos caminhos: são leves, engraçados, mas também são irônicos, intensos. Certa vez, ele declarou que o segredo para uma vida longa residia no interesse pelos outros e pelo mundo, e sua poesia expressa esse entusiasmo. Ele era meticuloso na composição de versos que, apesar de aparentemente simples, escondem uma inegável complexidade. Aqui, a disposição dos poemas segue a mesma lógica que orientou Mario Quintana na composição de muitos de seus textos. Organizados sem o suporte de cronologias ou eixos temáticos, os poemas vão se sucedendo em uma espiral, de forma contínua, como numa conversa em que uma ideia puxa outra. O segundo olhar capta com maestria a essência de Mario Quintana e mostra porque ele é um de nossos maiores poetas.

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O segundo olhar: Antologia

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Pé de pilão

Mais do que um poema, estes versos contam a aventura fantástica que um menino vive quando é transformado em um patinho amarelo por uma bruxa e precisa reencontrar sua avó. É bom que você saiba que esta é uma história diferente de tudo que você já leu por aí. Nela, você vai conhecer um patinho que, na verdade, é um menino que quer reencontrar sua avó; um macaco retratista muito primoroso; um policial cavalo que se locomove sobre outro cavalo; e uma fada maldosa que vive em uma floresta encantada. Com tantas situações fantásticas, rimas e risadas, pode ter certeza de uma coisa: esta história de Mário Quintana, um dos poetas brasileiros que mais escreveram sobre a infância, vai te deixar encantado (ou até enfeitiçado…). “Me lembro dele na nossa casa, em Porto Alegre. Ele chegava em silêncio, não falava muito durante a visita, e ia embora em silêncio. A gente ficava imaginando o que cabia dentro daquele silêncio, não só os poemas em gestação, mas as frases, os aforismos, as sacadas, esperando a vez de serem postas no papel.” – Luis Fernando Verissimo

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Pé de pilão

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Apontamentos de história sobrenatural

Apontamentos de história sobrenatural ocupa lugar marcante na trajetória de Mario Quintana. Com este livro, publicado originalmente em 1976, quando o poeta completava 70 anos de idade, ele saía de um jejum que já durava dez anos. E ressurgia em plena forma, em clave de maturidade. A lira de Quintana parecia distender-se, ampliar-se, embora ele mesmo dissesse - “fui sempre eu mesmo”. O poeta era um septuagenário jovem, e o livro calou fundo na geração que então surgia. Na mesma década de 70, junto com estes Apontamentos de poesia pura, Quintana lançou as prosas de Caderno H (1973) e A vaca e o hipogrifo (1977). Eis aí o núcleo da obra, que o consagrou definitivamente como poeta e cronista maior da literatura brasileira do século XX. Apontamentos de história sobrenatural marcou o retorno de Mario Quintana à publicação de poesia em verso depois de dez anos sem lançar uma obra inédita. Seu status de poeta maior do nosso modernismo já estava selado desde a Antologia Poética organizada em 1966 por Paulo Mendes Campos e Rubem Braga. A lira tão porto-alegrense de Quintana já tinha virado patrimônio nacional. Tal ampliação de horizonte de expectativa reflete-se claramente em Apontamentos. O poeta reaparece em 1976 mais livre, mais senhor de si e das formas do poetar moderno. Os temas se diversificam, aprofunda-se a mescla entre emoção, cotidianidade e melancolia, num conjunto estruturado com rigor. A nostalgia de uma pureza da infância e do arrabalde, a constatação elegíaca da passagem do tempo, a presença constante da morte e da regeneração - eis algumas linhas fortes no livro, cultuado nos anos 1970, junto com Caderno H e A vaca e o hipogrifo. Os poetas de então, pertencentes ou afins à tribo “marginal”, identificaram em Quintana o tipo de linguagem que admiravam nos primeiros modernistas. Também os novos prosadores dos anos 1970 não deixaram de inspirar-se na obra do poeta.

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Apontamentos de história sobrenatural

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Caderno h

Delícia de ler, mastigar, ruminar este livro. Ao longo de décadas, Mario Quintana publicou no jornal Correio do Povo, de Porto Alegre, seu Caderno H, feito de poesia, humor, sabedoria. Da crônica ao poema, passando pelas frases cheias de espírito, esses cadernos foram os grandes responsáveis pela consagração popular de sua literatura. A cada novo trecho do Caderno, nos deparamos com a união singular, tão característica de Quintana, da inteligência com a intuição reveladora. Assim como no enquadramento jornalístico original, ao serem colocados em forma de livro, os textos deste Caderno H, por sua própria organização fragmentária, fornecem alimento cotidiano à inteligência do leitor comum, apaixonado por literatura. Um clássico brasileiro. Na era do Twitter, este Caderno H ganha uma atualidade surpreendente. Que a poesia e a prosa de Quintana tinham lugar assegurado no cânone da literatura brasileira do século XX era algo fora de discussão. Mas a comunicação ainda mais veloz do século XXI, comunicação em tempo real, encontra, nestes textos, modelo e inspiração. Os aforismos e prosas curtas do Caderno H, na sua diversidade aberta para o infinito (é o infinito no sucinto), são lições de como conjugar intuição e raciocínio, humor e sentimento, crônica e reflexão, circunstância e perenidade. A presente edição propicia ao leitor contemporâneo o encontro - e ao leitor veterano o reencontro - com ideias e histórias que, de tão repetidas e citadas, praticamente já fazem parte repertório de provérbios e frases feitas da cultura literária brasileira mais ampla. Fruto de erudição e sensibilidade, Caderno H foi o livro de Quintana que mais decisivamente o transformou num escritor popular, aquele cujos escritos se inscrevem no subconsciente de uma língua.

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