
Para quem acompanha rock, cultura pop e a história dos Rolling Stones, os livros biográficos sobre Mick Jagger podem oferecer uma visão mais ampla sobre a formação da banda, a trajetória do vocalista, sua relação com Keith Richards, os bastidores de turnês, a construção de sua imagem pública e o impacto cultural que ele exerceu desde os anos 1960. Jagger se tornou uma das figuras mais reconhecidas da música popular por combinar presença de palco, longevidade artística e participação direta na composição de boa parte do repertório dos Stones, por isso as biografias sobre ele costumam transitar entre música, fama, relacionamentos, negócios e mudanças na indústria fonográfica. Entre os principais diferenciais dessas obras estão o nível de acesso do autor a fontes próximas ao músico, a qualidade da pesquisa, o equilíbrio entre vida pessoal e carreira e a capacidade de contextualizar acontecimentos sem depender apenas de episódios sensacionalistas. Como Mick Jagger não publicou uma autobiografia tradicional definitiva, grande parte do que existe no mercado vem de jornalistas, biógrafos e autores que cruzam entrevistas, arquivos e relatos de terceiros, o que torna importante comparar perspectivas diferentes. Na hora da compra, vale observar a reputação do autor, a quantidade de fontes citadas, o período coberto, a qualidade da tradução, a presença de fotografias e notas e se o livro se concentra mais em Jagger individualmente ou na história dos Rolling Stones como um todo. Conheça a seleção dos nossos editores para os melhores livros biográficos sobre Mick Jagger para você comprar online.
This book gathers the most beautiful pictures of the legendary Mick Jagger, taken by some of the greatest photographers in the world. His extremely distinctive face has made him the archetypal rock star: Mick Jagger is universal. His physique and the way he moves have helped fashion the myth of the über-sexy male celebrity. His mouth has become the emblem of his band The Rolling Stones. His face alone narrates fifty years of portrait photography practice, our relationship with celebrities, evolving dress and hair codes, and the creation of the rock aesthetic. Doing more than just recording this character of high dramatic intensity is the real challenge that portraitists, it seems, have been tackling for the past fifty years.
Mick Jagger é o astro da música que melhor encarnou o ideal de sexo, drogas e rock’n’roll. Nesta que é a mais completa biografia do líder dos Rolling Stones, Philip Norman refaz os passos da consagração de Mick Jagger e mostra como ele se tornou um showman sedutor, o protótipo do pop star genial, escandaloso e milionário. A partir de uma pesquisa detalhada e numerosas entrevistas, Norman reconstitui a infância de Mick (nascido Mike), o início da carreira do grupo (quando os Stones rivalizavam com os Beatles) e acompanha cronologicamente a evolução da banda, revelando bastidores da criação de clássicos como “Satisfaction”, “Jumpin’ Jack Flash”, “Brown sugar” e “Start me up”. O livro repassa os episódios turbulentos da carreira do astro e seu grupo, como a morte de Brian Jones, a relação de amor e ódio com Keith Richards, a prisão e o processo por porte de drogas em 1967 e o trágico concerto de Altamont (Califórnia), em 1969, quando um membro da plateia foi esfaqueado até a morte pelos Hell’s Angels, enquanto Mick Jagger cantava “Sympathy for the Devil”. Ganham destaque os relacionamentos conjugais e extraconjugais com mulheres atraentes e famosas como Marianne Faithful, Bianca Jagger, Jerry Hall, Carla Bruni e Angelina Jolie. O autor também relata o envolvimento de Mick Jagger com Luciana Gimenez em 1998, no Rio de Janeiro, quando ainda era casado com Jerry. Mick planejava vir ao Brasil com Angelina Jolie, mas a atriz cancelou a viagem. No Rio, durante a turnê Brigdes to Babylon, o cantor acabou se envolvendo com a modelo brasileira, com quem teve um filho, Lucas, nascido em 1999 e reconhecido depois de um processo legal movido por ela. Hoje, sir Mick Jagger, condecorado pela rainha da Inglaterra, é um respeitado avô de quase setenta anos, mas sua imagem e sua voz ainda inspiram fãs e admiradores. A biografia restitui ao astro sua dimensão humana, retratando um personagem complexo, vulnerável e afetivo. O estilo envolvente de Philip Norman narra como, em sua longa trajetória de mais de cinquenta anos como astro e ícone sexual, Mick Jagger foi assimilado pelo establishment, mas manteve a mística transgressiva e fascinante do rock.
Há quase cinco décadas eles estão sobre o palco, sobreviveram a todas as crises e são, até hoje, simplesmente a banda de rock: The Rolling Stones. Willi Winkler conta como Mick Jagger e sua trupe levaram o mundo todo à loucura e passa em revista sua história única. Este livro trata de sexo e drogas, mas principalmente de rock'n'roll - que ainda está mais vivo do que nunca. Imperdível!
Este livro conta a trajetória de Mick Jagger estabelecendo relações com movimentos musicais que surgiram ao longo desses cinquenta anos de carreira, com outras bandas que conviveram com o cantor, e ainda trazendo detalhes sobre a Londres que fez os Rolling Stones estourarem.As críticas de Keith Richards, o maior parceiro musical de Mick, estão registradas nestas páginas, como um contraponto ao mito que se formou em torno do cantor. Esta é uma biografia que percorre as histórias musicais de Mick Jagger, os escândalos dos bastidores, as polêmicas de sua vida pessoal e a trajetória de vida que se construiu ao redor da figura lendária do rockstar. Mick Jagger é o líder da banda que se consagrou como a responsável por uma das maiores turnês mundiais, que revolucionou a história do rock, que influenciou gerações ao longo dos anos, e que ainda hoje é dona dos shows de maior faturamento do mundo.
Rebeldes, como o próprio Elvis Presley, marcaram a sua presença no cenário musical antes dele, porém, Mick Jagger, ao entrar em cena pela vez primeira em 1962 como o vocalista dos Rolling Stones, desafiando as convenções inglesas de maneira que o modelo foi quebrado e de uma vez por todas.Mesmo cinquenta anos depois, o seu estilo vocal e performático, ouvido nos álbuns e visto nas salas de concerto, arenas e nos cinemas ao redor do mundo, continua sendo uma referência para os vocalistas do rock’n’roll. E com toda a razão: a voz distinta e maleável de Jagger unida aos seus movimentos e trejeitos no palco não foram ainda duplicados, muito menos igualados ou superados. Juntamente com o guitarrista Keith Richards -- seu amigo de infância, parceiro inseparável e que considera seu irmão gêmeo, autodenominando-se de “Glimmer Twins” --, Jagger, como o principal letrista dos Stones, fez incontáveis coautorias que se tornaram clássicos inesquecíveis do rock’n’roll, incluindo “Satisfaction”, “Paint It Black”, “Sympathy for the Devil”, “Miss You” e “Start Me Up”.Enquanto isso, a sua reputação de amante dom-juanesco sob os lençóis ao redor do mundo o transformava, simultaneamente, num homem amaldiçoado, invejado e admirado como um símbolo sexual internacional. De forma notável, hoje aos setenta anos de idade, Jagger continua firme em todas as frentes – e de maneira gloriosa, mantendo intacta toda a sua irreverência única e postura de não querer levar desaforo para casa. O verdadeiro “Midnight Rambler” rebelde do rock’n’roll.Este livro,"Mick Jagger", publicado pelo selo Escrituras, é uma fotobiografia do músico, com imagens desde sua infância, o começo dos Rolling Stones, em 1962, apresentando as muitas facetas da estrela principal da “Maior Banda de Rock and Roll do Mundo”. A obra apresenta formato diferenciado, com capa flexível e mais de 150 fotos. Na capa (© Simone Cecchetti/Corbis), Jagger apresenta um olhar jovial nesta foto de 2008, mesmo com suas naturais rugas.
Mick Jagger não exagera ao afirmar que se escrevesse sobre sua vida “em todos os detalhes, as pessoas ficariam aterrorizadas”. Nesta biografia do líder dos Rolling Stones, o jornalista americano Christopher Andersen não poupa fãs e leitores dos detalhes polêmicos e nada glamourosos da trajetória artística e pessoal de um dos astros mais originais do rock contemporâneo. Audacioso, iconoclasta, provocador e carismático, Mick sempre hipnotizou o público dentro e fora dos palcos. Seus dramas, sofrimentos e controvérsias pessoais forneceram assunto de sobra para a imprensa voraz nas mais de cinco décadas de carreira do vocalista inglês. Muito além da fama de arrogante e obcecado consigo mesmo, Mick - A vida louca e o gênio selvagem de Jagger revela que, na intimidade, ainda há o que desvendar a respeito da personalidade do roqueiro. Christopher Andersen mantém intocado o posto de Mick como estrela incontestável do universo pop, mas privilegia bem mais o que se passou por debaixo dos lençóis do amante andrógino e bissexual. Com base em entrevistas de amigos, familiares, companheiros do showbizz e profissionais da indústria da música, detalha cada relacionamento de Mick com celebridades, especialmente as incontáveis conquistas amorosas de mulheres como Carla Bruni, Uma Thurman, Angelina Jolie e homens como David Bowie. Mesmo entranhado nos poros da cultura mundial como poucos, o último dos titãs do rock continua a surpreender.
Quem é Mick Jagger, porra? Em 50 anos de existência dos Rolling Stones, a pergunta que estampou camisetas na década de 1970 continua sem resposta. Por 15 anos, Jagger não concedeu uma entrevista com mais de vinte minutos de duração, nem comentou as declarações e críticas que Keith Richards publicou em seu livro de memórias (Vida, 2011). Em “Jagger”, o jornalista musical Marc Spitz desvenda mistérios de um dos mais polêmicos e importantes personagens do rock de todos os tempos. Spitz traça um perfil de Jagger por meio das lembranças de amigos e colegas - roqueiros, cineastas, escritores e artistas - que cruzaram o caminho do Rolling Stone e revela as múltiplas facetas do cantor, até então escondidas sob sua imagem de sex symbol. Nada escapa aos olhos e ouvidos atentos de Spitz: a fama de conquistador, os conturbados relacionamentos - com Marianne Faithfull e as ex-esposas Bianca Jagger e Jerry Hall -, a complexa e criativa parceria com Keith Richards e a rivalidade com os Beatles, no começo de tudo. Combinando biografia com história cultural, “Jagger” se desdobra como um documentário vibrante, que vai da infância do artista numa família de classe média em Londres, no pós-guerra, até seu reconhecimento como cavaleiro da Coroa Britânica. Perspicaz, e muitas vezes engraçado, o livro oferece um retrato fiel do homem por trás do mito.
Este livro é menos sobre a banda de rock e mais sobre a diferença de um líder eficaz em um empreendimento. Os autores examinam a liderança de Mick Jagger usando como filtro um estudo feito por Napoleon Hill entre 1908 e 1928, o qual o tornou um dos dez autores mais lidos de todos os tempos. Na obra você encontrará pistas no comportamento do vocalista da banda para entender como os Rolling Stones foram liderados do ponto de vista dos negócios. A conclusão é que Jagger pode ser definido como um catálogo ambulante das habilidades listadas na pesquisa de Hill. Em “Como um Rolling Stone” você irá descobrir como melhorar sua performance pessoal em uma leitura agradável e instigante. E não se esqueça: você nunca estará velho demais para o rock ‘n’ roll, nem velho demais para se tornar uma estrela em sua carreira!
An examination of Mick Jagger's spectacular life and the cultural revolution he led as the legendary front man of the Rolling Stones. As the Rolling Stones celebrate their fiftieth anniversary, their legendary front man remains an enigma; he hasn't given an in-depth interview in a decade and a half. Drawing on firsthand recollections from rockers, filmmakers, writers, and other artists who have been transformed by Mick Jagger's work, acclaimed music journalist Marc Spitz has created a unique examination of the Jagger legacy. Combining biography with cultural history, Jagger unfolds like a captivating documentary, a series of episodes tracing the icon's rise from his childhood in middle-class postwar London to his status as a jet-setting knight.Culturally astute, often funny, and painstakingly researched, Jagger offers a far richer potrait than biographies published previously. The book reveals much about his relationships (with Marianne Faithfull and ex-wives Bianca Jagger and Jerry Hall); his complex, creative partership with Keith Richards; his friends, including John Lennon and David Bowie; and his enemies, such as Hells Angels leader Sonny Barger. Spitz goes even deeper, exploring Jagger's many roles: authentic soul man; powerful social commentator; sexual liberator; would-be movie star; and a shrewd businessman with an enthusiasm for much younger women. The myth of Mick is examined and rebooted for the twenty-first century.
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