
As biografias de ícones do BR Rock são ótimas escolhas para fãs de música que desejam conhecer bastidores, histórias de carreira, processos criativos e momentos marcantes da cena do rock brasileiro, trazendo relatos que ajudam a entender como diferentes artistas influenciaram gerações e ajudaram a construir a identidade musical do país. Obras sobre nomes como Cazuza, Renato Russo, Raul Seixas, Rita Lee e bandas como Legião Urbana e Titãs costumam reunir memórias pessoais, entrevistas, curiosidades sobre discos históricos e reflexões sobre os impactos culturais do rock nacional em diferentes décadas. Muitos desses livros também exploram o contexto social e artístico do Brasil, ajudando o leitor a compreender a evolução do cenário musical e das transformações culturais que acompanharam esses artistas. Na hora de escolher uma biografia de ícones do BR Rock, vale observar o foco da obra, a profundidade da pesquisa, a participação de familiares ou músicos no projeto e o período da carreira retratado, fatores que podem tornar a leitura ainda mais interessante para fãs e colecionadores. Conheça a seleção dos nossos editores para as melhores biografias de ícones do BR Rock para você comprar online.
Cazuza morreu em julho de 1990. Três meses depois, amigos montaram um tributo no Rio chamado "Viva Cazuza – faça parte desse show", cuja renda seria doada ao Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, referência em Aids naquela época. Quando Lucinha Araújo foi entregar o cheque, percebeu que sua atuação contra a doença não havia se encerrado com a morte do filho. Em "O tempo não para – Viva Cazuza", ela conta como tomou a frente da ONG que dá suporte a crianças e adolescentes portadores do HIV e qual era seu sentimento logo que a doença se tornou epidemia.A obra reúne histórias das crianças atendidas pela Sociedade Viva Cazuza, questionamentos da autora e depoimentos de pessoas que cruzaram e deixaram impressões na vida do cantor. Lucinha diz que sentiu certo receio de dividir o livro com os amigos do filho, até porque “relações amorosas e de amizade são muito diferentes”, mas ela resolveu dar voz a alguns que têm do que recordar, como Ney Matrogrosso, Sandra de Sá, Frejat, Ezequiel Neves, Nilo Romero, George Israel e Serginho, “única pessoa com quem Cazuza teve um relacionamento duradouro”.O livro traz, ainda, fotos do cantor, de seus amigos e da entidade, e uma cronologia da Aids.
Muita coisa aconteceu a Renato Russo depois que ele morreu”, asseverou Arthur Dapieve, no novo prefácio deste perfil artístico-biográfico, que chega agora a sua 10ª edição. De grandes exposições a um leilão de itens do músico em benefício do Retiro dos Artistas, passando pelo relançamento do primeiro álbum do Legião Urbana, com um CD de bônus, e ainda pela adaptação para cinema da canção “Faroeste caboclo” e pelo lançamento de uma cinebiografia, são inúmeras as homenagens prestadas a esse gigante da nossa música. Tudo isso se soma a uma constante renovação de fãs ardorosos que terão neste "Renato Russo: O Trovador Solitário" a história do ídolo e de sua trajetória pessoal e artística.
Como Raulzito, o garoto de classe média de Salvador que era fã de Elvis Presley, se transformou em Raul Seixas, um dos maiores ícones da cultura pop brasileira? Como o jovem sonhador, depois de “passar fome por dois anos na cidade maravilhosa”, conquistou as gravadoras e o grande público? E como o criador de “Maluco Beleza” e “Sociedade Alternativa”, responsável por versos que se confundem com a contracultura dos anos 1970, foi derrotado pelas drogas e pelo alcoolismo na década seguinte, mas sem deixar de produzir hits inesquecíveis? Jotabê Medeiros, autor de Apenas um rapaz latino-americano, cultuada biografia de Belchior, e crítico musical de larga experiência, responde a essas perguntas e apresenta, neste livro vertiginoso, a primeira biografia de Raul à altura de sua importância.
Em seu emocionante livro de memórias, a viúva de Chorão narra a história de amor dos dois.Um dos maiores ícones do rock nacional, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, conquistou o Brasil sobretudo pela sua entrega na hora de compor e cantar. Essa mesma intensidade marcou a história de amor ímpar vivida com Graziela Gonçalves, que conta neste livro como o relacionamento de quase vinte anos dos dois a transformou para sempre.Ela conheceu o cantor antes de sua banda estourar e se tornar uma das mais populares do país. Com suas ideias e seu apoio, Grazi teve participação importante na construção do sucesso do Charlie Brown Jr. Foi a grande musa de Chorão, que escreveu inúmeras letras inspirado nela. Como companheira de Alexandre, passou com ele os melhores e os piores momentos, e o ajudou a enfrentar a dependência química, que o levou, tragicamente, à morte em 2013.Se não eu, quem vai fazer você feliz? não vai tocar apenas os fãs de Chorão. Mesmo sem conhecer sua música, é impossível não se emocionar com a força desse amor que sobreviveu à fama, às crises e até à morte ― e que é homenageado neste livro.
Um anarquista conservador. Um pterodátilo em termos de informática. Um incansável colecionador de discos de rock, blues e jazz, aficionado por Bob Dylan e filmes noir. Um pai e avô orgulhoso. Um sujeito antissocial, mas muito educado com quem é educado com ele. Uma pessoa que se reinventou ao longo da carreira e adora estar nos palcos - sem nunca deixar de lado os óculos escuros. Esse é Marcelo Nova. Em O galope do tempo, Marcelo conta sua história pessoal e profissional de forma diferente: por meio de entrevistas feitas pelo jornalista André Barcinski ao longo de três anos. Ele fala da infância e da adolescência em Salvador (e de como sua alma urbana nunca se sentiu em casa nessa cidade praiana), da relação com os pais, das influências musicais que o moldaram desde pequeno, da formação do Camisa de Vênus e do sucesso meteórico de canções como Só o fim e Eu não matei Joana DArc, da carreira solo, da parceria e amizade com Raul Seixas (ou Raulzito), dos detalhes da produção dos álbuns, de seu processo de composição, dos filhos, da paixão pela música e muito mais - tudo em meio a digressões sobre os mais diversos assuntos. Como diz Barcinski no prefácio: Tem gente que fala muito e não diz nada. Marcelo fala muito e diz muito. Um relato autobiográfico e, ao mesmo tempo, uma conversa sobre a cena musical do Brasil e do mundo vista pelos olhos de um dos grandes letristas brasileiros.
Lobão escreve a segunda parte de sua autobiografia, narrando todos os detalhes de seu intenso percurso na última década – período em que produziu muito, renovou polêmicas, inspirou ações e provocou reaçõesNo fim de 2010, o cantor, compositor e multi-instrumentista Lobão publicava sua explosiva autobiografia, o best-seller 50 anos a mil. Agora, dez anos depois, ele brinda os leitores com a segunda parte (e igualmente explosiva) de sua história, incluindo as novas brigas em que se envolveu, suas criações artísticas mais recentes e as turbulências pelas quais o Brasil passou na última década.Com 60 anos a mil, Lobão se afirma como um “autor rock'n'roll”, nos entregando, nesta quinta obra, uma narrativa intensa e corajosa. Muito pode ser dito sobre ele, mas ele jamais poderá ser acusado de omissão: neste inédito, Lobão se dedica, inclusive, a dividir com o público razões e decepções de suas escolhas, convicções e revisões.Polêmicas e polêmicas, mas, como na capa, desde 50 anos a mil, Lobão sempre se apresenta de frente – dando a cara a tapa.
“Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas e até decidiu a ordem das imagens , fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas... Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado.” Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee
O Brasil todo conhece João Gordo, o carismático e polêmico apresentador de TV e vocalista da banda punk Ratos de Porão. Por mais de vinte anos, João tem sido uma figura importante da cultura pop nacional, famoso por seu jeito escrachado e espontâneo, um personagem amado e odiado com igual intensidade.Se todo mundo conhece João Gordo, poucos conhecem João Francisco Benedan.Nascido em uma família pobre do subúrbio de São Paulo, João teve uma vida e tanto: rebelde desde pequeno, viveu conflitos intensos e violentos com o pai, Milton, policial da Rota, um homem de temperamento explosivo.A solidão e as brigas com o pai fizeram com que João buscasse na música – mais especificamente, no punk rock, a música mais agressiva e contestadora que encontrou – uma válvula de escape para suas frustrações. E assim João Francisco Benedan virou João Gordo, cantor do Ratos de Porão, a banda mais suja e agressiva do Brasil, famosa em todo o mundo.Mas João sempre foi um personagem mais interessante e complexo do que sua imagem fazia supor. Inteligente e dono de uma cultura pop impressionante, sempre se destacou por um senso de humor ácido e uma capacidade de rir da própria condição. Sua verve esperta e seu carisma o tornaram, a partir dos anos 1990, um dos personagens mais marcantes da TV brasileira, primeiro na MTV, onde revolucionou a emissora com programas escrachados e engraçados, e depois na TV Record, onde fez parte do elenco do programa Legendários.Em JOÃO GORDO: VIVA LA VIDA TOSCA, ele conta, em primeira pessoa, toda a história de uma vida fascinante e desconhecida, por vezes hilariante, outras vezes triste e comovente. Com seu jeito sincero e sem papas na língua, João fala de tudo: das brigas com o pai, da história do punk brasileiro, de sua trajetória incomum na TV, de sua transformação em ídolo infantojuvenil e dos excessos – de drogas, álcool e ego – que quase lhe custaram a vida.O livro JOÃO GORDO: VIVA LA VIDA TOSCA é narrado em primeira pessoa, com o linguajar típico de João Gordo, e foi escrito pelo jornalista André Barcinski, que entrevistou João por quase dezoito meses. O resultado é um relato inesquecível da vida de uma figura incomparável de nossa cultura pop, um punk que se tornou ídolo da molecada e que nunca mudou seu jeito de ser.
Nasi não nasceu para ser santo. Nasceu para ser a voz de um pecado capital. Quando foi fundo ele acabou indo além do permitido e recomendado. E, na volta, trouxe com ele tudo que o dragou – do melhor e do pior. Nas travessias ao céu e nas travessuras abaixo do inferno das drogas químicas e das porcarias das pessoas físicas e jurídicas que experimentou, o ex-vocalista do Ira! se tornou homem com todas as letras. Desde as bem feitas e de boa métrica até as malfaladas e malditas. Você ficará vermelho de raiva e de paixão com a história de um dos roqueiros mais polêmicos do Brasil, com tantas tretas que fizeram da vida de Marcos Valadão, este Wolverine brasileiro contraditório e solitário, coisa de ficção, de horror, de comédia e de drama, mas também de muito amor.
Trinta anos após o lançamento do seu primeiro disco, a lendária banda Legião Urbana tem a sua história e seus bastidores pela primeira vez contados por um de seus integrantes, o guitarrista Dado Villa-Lobos, também compositor e produtor. Dado Villa-Lobos: memórias de um legionário é tudo aquilo que um fã ou mesmo um apreciador de biografias sonharia em encontrar em um livro. Relembrando a sua própria trajetória como o guitarrista da banda que, mesmo após 15 anos do seu final, ainda era a terceira que mais vendia discos da gravadora EMI no mundo, Dado, juntamente com os historiadores Felipe Demier e Romulo Mattos, dá detalhes instigantes. Ele, que ingressou na Legião Urbana em 1983, convidado por Renato Russo e Marcelo Bonfá, recorda, por exemplo, shows em que o público se rebelava e criava um caos, jogando pequenas bombas no palco.
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