
Para quem gosta de crônicas, memória afetiva, futebol e cultura popular brasileira, os livros de Arthur Muhlenberg podem interessar especialmente por combinar observação cotidiana, humor, paixão pelo esporte e referências à vida urbana. Escritor e cronista brasileiro, Muhlenberg ficou conhecido por textos que transitam entre futebol, comportamento, lembranças pessoais e comentários sobre a sociedade, mantendo uma linguagem coloquial e próxima do leitor. Entre os principais diferenciais de sua obra estão o tom bem-humorado, a presença frequente do universo do Flamengo e do futebol carioca e a capacidade de transformar situações comuns em relatos de forte identificação para quem acompanha esporte e vida cotidiana. Alguns livros assumem caráter mais memorialístico, enquanto outros se aproximam da crônica esportiva e do comentário cultural, por isso a escolha depende bastante do interesse do leitor por futebol, histórias pessoais ou textos de observação social. Na hora da compra, vale observar o tema predominante, a edição, a editora, a presença de coletâneas ou textos já publicados anteriormente e se a proposta do livro está mais voltada ao futebol, às memórias ou às crônicas de cotidiano. Conheça a seleção dos nossos editores para os melhores livros de Arthur Muhlenberg para você comprar online.
O ano de 2019 vai ficar marcado para sempre na história do Flamengo. O rubro-negro carioca não tomou conhecimento dos adversários e conquistou o Campeonato Brasileiro estabelecendo uma série de recordes na competição: maior pontuação, melhor ataque, maior número de vitórias, maior invencibilidade, melhor média de público, entre outras marcas. Neste Heptacular: o Ano Mágico Rubro-Negro, o craque-cronista Arthur Muhlenberg narra com sua verve única, jogo a jogo, toda a trajetória da equipe sob a ótica apaixonada do torcedor. Leitura imperdível para os amantes do futebol bem jogado e da literatura boleira de primeira qualidade. Como bem diz na orelha do livro o escritor Sérgio Rodrigues, autor de O drible: “Escrever sobre futebol é difícil e fica ainda mais difícil quando as palavras têm que dar conta de fatos tão grandiosos quanto os que o Flamengo viveu em 2019. Nessa hora o escriba se vê diante de forças realmente cósmicas, energias conjuradas em estádios imantados por cânticos aos quais se atam, numa malha de fios invisíveis, onze entidades em campo. Como pôr em palavras o que acontece quando um elenco de jogadores dessa qualidade cruza com um treinador dessa têmpera e tudo isso se passa sob a bandeira que tem as cores mais flamejantes e domina as mais vastas amplitudes do universo conhecido? [...] é só ler este livro e se deixar levar pelo cronista rubro-negro numa viagem cronológica, poética, épica, mítica [...], jogo a jogo, pelo heptacampeonato do ano mais luminoso da reluzente história do maior clube de futebol do mundo.”
O Mengão conquista de novo a América! Seguindo os passos da geração vencedora de Zico, Júnior & cia, o rubro-negro carioca apresentou um futebol ofensivo e esfuziante para aniquilar os adversários, trazendo mais uma vez para a Gávea a cobiçada Taça Libertadores em 2019, depois de 38 anos de espera. A virada épica e histórica sobre o River Plate na decisão em Lima, com dois gols de Gabigol nos minutos finais, veio coroar de emoção uma campanha de sonhos, marcada por uma série de vitórias sobre rivais de tradição copeira em mata-matas de altíssima voltagem.
"1981 - O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas" não é um simples elogio ao período mais vitorioso na história do Flamengo. É um mergulho profundo na alma do time que foi formado por Coutinho, mas que não tinha mais Coutinho. É o único modo de compreender como um time tomado por uma crise imensa deu a volta por cima e se tornou campeão mundial. Antes de 1981 se tornar sinônimo de vitória para os rubro-negros, teve ídolos indo embora, craque pedindo para ser vendido, drama para renovar o contrato de Zico, casamento cancelado com os convidados esperando a cerimônia, acidente de carro e a publicação esportiva mais influente do país decretando que aquele time havia acabado. Para superar tudo isso, o Flamengo enfrentou seus demônios eternos, o estádio San Paolo lotado de napolitanos, o ar rarefeito, o Boca de Maradona, os carabineiros de Pinochet e um dos maiores lutos de sua história até então. Aqui, o ano de 1981 do Flamengo está esmiuçado dia após dia, com detalhes de treinos, viagens, entrevistas, jogos e narrações de rádio. Tudo isso para você lembrar, como eu lembro, o Mundial que o Zico foi buscar.
Após 38 extenuantes rodadas de um campeonato marcado pela incerteza, que exigiram que o time e a torcida usassem as suas habilidades adaptativas ao máximo, o Flamengo conquistou o seu oitavo Campeonato Brasileiro e se tornou, sem equiparações, canetadas ou títulos recebidos por fax, o maior vencedor da competição. Não apenas fazendo mais pontos que seus adversários como também enfrentando e vencendo a covid-19, e igualando o bicampeonato do time histórico de Zico, Adílio, Júnior e cia., conquistado em 1982/83. O mais espantoso é que, pela primeira vez em seus 125 anos de história, os rubro-negros venceram um campeonato de futebol sem a presença tranquilizadora, e ao mesmo tempo estimulante, da torcida do Flamengo nas arquibancadas. Um campeonato inesquecível, que o Flamengo ganhou na raça, na sorte e na força do seu destino manifesto de vencer, vencer, vencer, pela diferença de apenas um ponto e somente ao fim do último jogo em disputa na derradeira rodada. Emoção na veia que você vai reviver nestas 25 crônicas vibrantes e hiperbólicas de Arthur Muhlenberg, que vem narrando e memoriando, em seu estilo muito próprio, os sucessos do Flamengo desde o Campeonato Brasileiro de 2009.
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