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06/01/2024 15:44:13

Top 10 Melhores Livros sobre o Tropicalismo

Conheça a lista dos 10 melhores livros para entender o movimento tropicalista ou tropicália

Top 10 Melhores Livros sobre o Tropicalismo Tropicália, tropicalismo ou movimento tropicalista foi um movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas da vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira, misturando manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais. Tinha objetivos comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob a ditadura militar, no final da década de 1960. O movimento manifestou-se principalmente na música (cujos maiores representantes foram Torquato Neto, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Os Mutantes e Tom Zé); manifestações artísticas diversas, como as artes plásticas (destaque para a figura de Hélio Oiticica), o cinema (o movimento sofreu influências e influenciou o Cinema novo de Gláuber Rocha) e o teatro brasileiro (sobretudo nas peças anárquicas de José Celso Martinez Corrêa). Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada: Tropicália. Confira a lista dos 10 melhores livros para entender o movimento tropicalista.

1

Verdade tropical (Edição Comemorativa)

Ao narrar sua formação cultural – que inclui música, cinema, artes plásticas, literatura e filosofia –, Caetano Veloso não se limita a escrever uma autobiografia. Nessa mistura de memórias, ensaio e História, tendo como eixo central a eclosão do tropicalismo em meio aos anos de chumbo, o autor esmiúça momentos decisivos da ditadura militar e os nomes com quem travou apaixonadas conversas. Partindo de Santo Amaro, na Bahia, onde leu Clarice Lispector, assistiu a "La strada", ouviu João Gilberto e teve sua primeira relação sexual, suas lembranças atravessam a adolescência, a prisão em 1968, o exílio em Londres e chegam ao fim da década de 1990 para compor um extraordinário panorama do Brasil. A nova edição de "Verdade tropical", com projeto gráfico redesenhado, inclui texto inédito escrito especialmente para este volume. Em “Carmen Miranda não sabia sambar”, Caetano pondera sobre as duas décadas que se passaram entre o lançamento do livro, em 1997, e hoje. Aos 75 anos, ele se debruça sobre sua trajetória musical – e também literária – para um acerto de contas com suas experiências pessoais, além de analisar assuntos relacionados à cultura, política e identidade do país. “Sou brasileiro e me tornei, mais ou menos involuntariamente, cantor e compositor de canções", ele escreve. "Fui um dos idealizadores e executores do projeto da Tropicália. Este livro é uma tentativa de narra e interpretar o que se passou.”

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Verdade tropical (Edição Comemorativa)

2

Tropicália ou Panis et circencis

O Tropicalismo foi o movimento que elaborou as obras mais antropofágicas da história da arte brasileira e refletiu criticamente sobre a formação do Brasil. Atingiu seu ápice com o disco-manifesto Tropicália ou Panis et circencis, criado por um coletivo de artistas e músicos extraordinários: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, o grupo Os Mutantes, Nara Leão, Rogerio Duprat, Torquato Neto e José Carlos Capinam.Lançado em 1968, o LP Tropicália ou Panis et circencis foi a síntese desse movimento cultural e político de vanguarda. Das melodias às roupas, dos arranjos à capa do disco, dos instrumentos aos shows, tudo era trabalho estético e posicionamento cultural e político.Nas palavras do autor Pedro Duarte: “Escutar o álbum coletivo 'Tropicália ou Panis et circencis', nos dias de hoje, traz à experiência musical um paradoxo típico das artes de vanguarda do século XX: por um lado, sua força inovadora permanece viva e mesmo surpreendente para quem desconhece as obras do grupo que o criou; por outro, as canções nos chegam agora como clássicos definitivos da cultura do Brasil.".

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Tropicália ou Panis et circencis

3

Tropicália: a história de uma revolução musical

Carlos Calado conta a trajetória do movimento que mudou a MPB por meio de uma abrangente reconstituição histórica baseada em entrevistas, farta pesquisa em arquivos e material iconográfico em grande parte inédito. "O que se tem, então, é uma história radiante, que faz o leitor enveredar pela cultura pop brasileira nos anos de 67 e 68." (Pedro Alexandre Sanches, Folha de S. Paulo)

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Tropicália: a história de uma revolução musical

4

Tropicália: Gêneros, Identidades, Repertórios e Linguagens

Tropicália: gêneros, identidades, repertórios e linguagens analisa o fenômeno cultural Tropicália por uma variedade de ângulos. Alguns, como "Tropicália: do avesso a Bossa Nova", de Carlos Calado, e "Arquitetura e contracultura nos anos 60", de Erinton Aver Moraes, examinam Tropicália como um todo coeso à luz de outros fenômenos culturais da época. Outros textos olham para elementos mais específicos do movimento e suas futuras ramificações.

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Tropicália: Gêneros, Identidades, Repertórios e Linguagens

5

Tropicália, Alegoria, Alegria

Lançado em 1979, este estudo de Celso Favaretto tornou-se um clássico sobre o movimento da Tropicália, leitura imprescindível aos interessados pelo tema. O autor reconstitui os nexos entre as composições, os arranjos e as cenas que caracterizam os gestos particulares dos tropicalistas. Explica também as tendências gerais do movimento e mostra como ele desenhou uma nova estética para a música brasileira. Esta reedição, revisada e ampliada, com a ortografia atualizada, conta com prefácio do músico e linguista Luiz Tatit.

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Tropicália, Alegoria, Alegria

6

Brutalidade jardim: A Tropicália e o surgimento da contracultura brasileira

No final da década de 1960, artistas brasileiros consolidaram um movimento cultural divisor de águas conhecido como Tropicália. Atualmente, a música inspirada por esse movimento tem recebido considerável atenção tanto no Brasil quanto no exterior. Poucos novos ouvintes, contudo, conhecem a relação entre essa música e as circunstâncias por trás de sua criação, a fase mais violenta e repressiva do regime militar que governou o Brasil de 1964 a 1985. Com importantes manifestações no teatro, cinema, artes visuais, literatura e especialmente na música popular, a Tropicália articulou com dinamismo os conflitos e aspirações de uma geração de jovens brasileiros urbanos.

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Brutalidade jardim: A Tropicália e o surgimento da contracultura brasileira

7

Da bossa nova à tropicália

A trajetória da MPB desde o surgimento da bossa nova até a explosão da tropicália, mostrando os pontos comuns e as dissonâncias entre o estilo bossa-novista e os movimentos musicais que se desenvolveram nos anos 1960.

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Da bossa nova à tropicália

8

Das Vanguardas à Tropicália. Modernidade Artística e Música Popular

A Tropicália é um movimento que não carece de reconhecimento e popularidade. Seu aspecto antidualista, herdado da antropofagia oswaldiana, estabeleceu-se quase como um paradigma dentro da cultura brasileira. No entanto a hegemonia da Tropicália enquanto modelo de interpretação e produção cultural pode dissimular o aspecto disruptivo que marcou o seu surgimento na segunda metade da década de 1960. A possível diluição póstuma do ideário tropicalista é um tema pertinente que, certamente, ainda carece de estudos aprofundados. No entanto este livro propõe-se ao oposto: explicitar a relevância da Tropicália em seu momento de eclosão enquanto movimento original que se insere no fluxo da modernidade artística, ou seja, abordar sua importância enquanto gesto que buscou responder, em termos nacionais, a questões que permeavam o desenrolar da arte em um âmbito global, tendo em mente as características que distinguem a arte moderna de outros períodos da história da arte. Para isso, partiremos de uma linha que começa no Pré-Romantismo alemão e vai até as neovanguardas da segunda metade do século XX, em que se insere o tropicalismo. Esse sobrevoo busca esmiuçar alguns elementos essenciais que definem aquilo que se entende genericamente como arte moderna, ou, mais especificamente, seus levantes conhecidos como vanguardistas. Tal abordagem tem como referência dois eixos básicos: o primeiro remete à temporalidade própria da vanguarda, orientada pela ideia de ruptura ou releitura da tradição; o segundo diz respeito à interface entre estética e política que permeou o ideário dos levantes vanguardistas, denotando um crescimento de expectativas a respeito do potencial socialmente transformador da arte e operando uma mudança nos protocolos construtivos das obras. A importância da Tropicália remete a questões bastante complexas dentro da cultura brasileira. O movimento reelaborou não só alguns temas que permeavam o debate cultural desde o Modernismo como também questões pontuais que urgiam no panorama social e político da década de 1960, prenunciando aquilo que se poderia chamar de uma fase pós-moderna da arte. As relações entre cultura nacional e estrangeira, tradição e modernidade e obra de arte e mercado atravessam a produção tropicalista, convidando a uma reflexão muito pertinente a respeito das afinidades entre forma artística e sociedade e, principalmente, da possibilidade de uma contribuição original da arte e da cultura brasileira ao mundo.

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Das Vanguardas à Tropicália. Modernidade Artística e Música Popular

9

Anos Fatais. Design, Música e Tropicalismo

Anos fatais: Design, música e Tropicalismo é uma pesquisa do Autor Jorge Caê Rodrigues sobre o fenômeno da estética tropicalista. Trata-se de um estudo pioneiro com foco no design de capas de LPs (vinil), rara contribuição para a história da produção gráfica no Brasil. No livro, Caê acompanha o processo de efervescência cultural do período da Tropicália, com depoimentos de Rogério Duarte, Luciano Figueiredo, Oscar Ramos e Ronaldo Bastos, entre outros. Com rico material ilustrativo das capas de LPs, a obra - que conta com prefácio de Jorge Mautner - pinça o melhor da produção do segmento, com exemplos dos mais significativos trabalhos da produção cultural dos anos 60 e 70.

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Anos Fatais. Design, Música e Tropicalismo

10

Tropicália Rex. Música Popular e Cultura Brasileira

No cinquentenário do Tropicalismo, Liv Sovik nos apresenta um “dinossauro” que é puro recanto inventivo nas vozes do Brasil contemporneo – e do mundo. O destaque maior deste trabalho é demonstrar que, no caso brasileiro, o pós-moderno não é necessariamente fruto de um excesso de modernidade, mas sim de uma visada crítica renovadora em meio aos aparatos opressores confrontados – sejam eles da cultura de massas, sejam eles do campo político. A atenção especial à trajetória de Caetano Veloso irradia o debate para temas que vão de Joaquim Nabuco aos Racionais MC´s, ou do racismo aos usos contemporneos do corpo.

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